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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Pedem 17 e 7 anos de prisão para a casal/par de Mérida vinculada ao {Daesh}

A procuradoria considera que o casal enviou dinheiro e {drones} ao Estado Islâmico . O marido, {Ataul} H., foi detido em 2017 na cidade após uns registos na sua casa

REDACCIÓN merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
05/03/2020

 

A Procuradoria manteve ontem sua petição/pedido de 17 e 7 anos de cadeia para um casal afim ao Estado Islâmico acusado/arguido de financiar a terroristas do {Daesh} para a comissão de atentados e de enviar {drones} a Síria, factos/feitos que a casal/par negou o primeiro dia de juízo na Audiencia Nacional. No seu relatório final, pouco antes de o juízo ficasse visto para sentença, o fiscal José Perals considera acreditada a participação do casal num rede para financiar ao {Daesh}, e só/sozinho modifica a multa que reclama ao marido, {Ataul} H., por fornecer tecnologia ao {Daesh}, e que tem diminuído de 10.000 a 3.000 euros.

Em setembro de 2017 {Ataul} H. foi detido em Mérida, após os registos levados a cabo pelos agentes da Nacional na habitação na qual vivia junto a seu casal/par, situada na rua Serrania dos Cavalheiros, próxima ao cemitério. O operacional/operativo causou nessa altura um grande alvoroço entre os vizinhos/moradores. Segundo o fiscal, e tal como recolhe/expressa a agência Efe, o acusado/arguido se {radicalizó} em 2013 junto a seu irmão, ambos empresários do sector da tecnologia, em {Cardiff} ({Gales}), onde atraiu a sua esposa, Ana María G., ao ideário jihadista. O irmão abandonou {Gales} em Julho de 2014 e em Síria se alistou no Estado Islâmico. Foi {abatido} num ataque de {drones} estado-unidenses em {Raqqa}.

Os acusados se foram embora em 2014 a {Bangladesh} e criaram uma sociedade dentro do grupo familiar {Ibacs} {Corporation} {Ltd} que utilizaram supostamente para enviar dinheiro a terroristas a {EE}.{UU} e {Bangladesh} e material tecnológico a Síria. Segundo o fiscal, o casal participou de forma ativa na entrega ao Estado Islâmico de material tecnológico como cabos, baterias, antenas scanner, detetores de frequência e produtos de rádio controlador para que fossem empregados em ataques com {drones} desde que o irmão se {asentara} em Síria.

regresso a españa // {Ataul} H. e Ana María G. regressaram a Espanha em Dezembro de 2015 via Lisboa para instalar-se em Mérida, desde/a partir de onde puseram em marcha uma nova sociedade com ela como administradora única, mas na qual o marido era o verdadeiro conhecedor do negócio. As pesquisas/investigações determinaram até 295 buscas relacionadas com tecnologia de {drones} ‘avião explosivo’, ‘bombardeamento’, ‘espia’ e ‘treino’ com fins militares, bem como conversações e imagens sobre/em relação a temática jihadista.

Entre Março e Junho de 2015, {Ataul} H. fez várias transferências por valor de 7.800 dólares na internet a pessoas com residência em Estados Unidos para que {planearan} ataques terroristas.Um dos recetores foi detido por agentes do {FBI} em Dezembro do mesmo ano, e se declarou culpado de colaboração em atividades relacionadas com o financiamento do terrorismo. O acusado/arguido, conselheiro delegado das empresas, enviou 47.000 dólares desde/a partir de Espanha a {Bangladesh} e prévio passo por China por meio de um sistema de confiança ‘{hundi}’, fuera dos controlos do mercado bancário regulado que não deixa rasto. Tanto/golo os portadores do dinheiro como o destinatário foram detidos pelos serviços de inteligência do país asiático, entre eles o pai e um dos irmãos do acusado/arguido.

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