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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de agosto de 2018

{Pamplinas}

RAFAEL Angulo
28/05/2018

 

Entre {Aprosuba} e {SuperVol}, no histórico Enrique, me aparece {Pelín} {tarareando} {bonachonamente} «Sou rebelde porque o céu me fez assim» e, como levava tempo querendo {decírselo} à face, ou o que seja isso, lhe espeto: «Ouve {Pelín}, me disseram que tu não {existes}, {eres} uma aparência simulada em minha imaginação, uma {tontuna} minha». {Pelín}, anjinho sem asas, não se surpreende de minhas dúvidas: «Ou seja que tu me {ves} mas não {existo}, te disse Domingo». Não gosto acusar, mas diz que {eres} um sono/sonho, um instante, um satélite, superstição, mentira, alucinação, estupidez, invento de minha mente e desvario. «Isso é inveja porque me {tienes} mais afeição que a ele».

O caso é que o vejo, ser fantasioso transportado à terra, uma espécie de encarnação que aterra {franqueando} o espaço tempo, que diria {Stephen} {Hawking}. «¿{Hawking}?, acaba de chegar ali, o homem se levou um bom {chasco}, ele que negava a vida futura e acreditava evaporar-se nas brumas do nada, de imediato encontra-se com tempo pela frente/por diante e, estranhado, se zanga porque o que vê não {cuadra} com suas convições de nada de nada após a morte». Lhes disse: «Descer-me como a {Pelín}», mas não há fantasmas em cadeiras de rodas nem com os artefactos de {Hawking}; o tem crude porque lhe têm condenado a portar-se bem eternamente, embora não queira, a gerar só/sozinho bons sentimentos, contra a sua vontade, por ali são assim de finos. E em cima somente lhe deixam que veja pelo olho direito, ali não se vê nada pelo esquerdo. ¿Quanto tempo lhe terão assim? Não importa, um século é um segundo donde {provengo}; mas os fantasmas temos vantagens, nem fritou nem calor, nem nos {helamos} nem {sudamos} na Charca, nem vamos ao Centro de Saúde nem à farmácia, nem passamos medo, nem remorsos nem cobardias ao não ter consciencializa, por isso não {pagamos} no Nevado. ¿E o resto? O resto, {pamplinas}.

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