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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

A obra do María Luisa retoma-se após seis meses parada pela escavação

O prazo de execução é de 17 meses, pelo que não estará antes da primavera do 2021. Os restos encontrados não são de especial interesse mas o muro frontal vai ser respeitado

ROCÍO ENTONADO
06/11/2019

 

Seis meses depois, as obras voltam ao teatro-cinema María Luisa. Após a paralisação causado pelas escavações arqueológicas os trabalhos têm-se retomado nesta semana, quando se tem podido ver movimento de veículos no solar da rua Camilo José Cela. Os técnicos do Ministério de Fomento já realizaram uma inspeção sobrea o terreno e para reiniciar a obra sóficava pendente que a Direção Geral de Arquitetura, Habitação e Chão desse a aprovação ao relatório remetido pelo Câmara Municipal sobre/em relação a os processos realizadas pelo Consórcio da Cidade Monumental de Mérida.

As obras levavam paradas desde o mês de Abril, quando se iniciou a segunda fase das escavações arqueológicas. Estes trabalhos se prolongaram até finais de Julho e desde então, a Câmara Municipal esteve esperando a aprovação de Fomento para idar início à fase de construção. O prazo de execução previsto é de 17 meses, pelo que não será até à primavera do ano 2021, se é que não há novos atrasos, que o teatro-cinema María Luisa possa abrir as suas portas já renovado. Cabe destacar que nas escavações não se encontrou nenhum resto arqueológico de importância e todos se datarão a exceção da muralha frontal oculta após um dos muros do cinema, que segundo avançou em Outubro a porta-voz municipal, Carmen Yáñez, sim vai-se a integrar na reabilitação.

ACESSIBILIDADE / Além disso, em relação ao projeto inicial de obra também vão a incluir modificações para adaptar o prédio à lei de acessibilidade atual e em algumas questões que «não são substanciais» e que segundo a câmara municipal não vao ter nenhuma repercussão no desenvolvimento dos trabalhos.

A obra de reforma do cinema María Luisa se licitou no ano 2017 com um período de execução de 20 meses e se adjudicou a Condisa, que iniciou os processos em Novembro do ano passado. O projeto está taxado em 3.316.894,91 euros. O Governo central dará 1.824.292 euros, que supõem um 55% dos trabalhos, enquanto a câmara municipal emeritense dará o resto (45%).

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