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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de outubro de 2018

A nova grupo/ponta municipal terá um orçamento de 30.000 euros

{Barcia} afirma que os trâmites para que se acredita o novo modelo estão «muito avançados». O governo inclui uma verba/partida específica para o agrupamento nas contas de 2018

CARMEN HIDALGO
06/06/2018

 

Avançam os trâmites para que a cidade volte a contar com uma grupo/ponta municipal. O delegado de Cultura, Antonio Sánchez Barcia, avançou ontem a perguntas deste diário/jornal em conferência de imprensa que os orçamentos municipais para o exercício 2018 contemplam uma verba/partida específica de 30.000 euros para o desenvolvimento da futura agrupamento, na qual «continuamos avançando». «Queremos uma grupo/ponta muito próxima aos emeritenses, jovem e participativa», precisou o vereador.

Cabe {recordar} que a ideia do governo municipal é assinar um convénio ou contrato com a nova entidade ou associação músico-cultural que se está {gestando}, a qual disporá de um orçamento em troca de que desenvolva um determinado número de atuações ao ano, entre outros aspetos. Sobre/em relação a este assunto, Barcia explicou que os serviços jurídicos da Câmara Municipal continuam a trabalhar para determinar que relação contratual é a mais adequada para a formação musical.

Uma vez que se dê por constituído a novo agrupamento, cujos trâmites estão «muito avançados» segundo Barcia, se poderá adjudicar este ‘serviço’, e daí que já esteja orçamentado. O delegado manifestou que se está «à espera» de que se aprovem definitivamente as contas municipais e de que se configure a nova entidade para que possa pôr-se em marcha tão cedo quanto possível.

A equipa de governo leva trabalhando no novo modelo do grupo municipal desde que a finais do ano passado decidisse amortizar o conjunto/clube musical existente desde 1884. Para tomar esta medida, alegou que o grupo só/sozinho contava com 12 componentes e que os custos de manutenção (de 10.000 euros anuais) eram «inaceitáveis», já que também tinha que somar que para cada atuação era necessário contratar músicos adicionais. Assim, a junta de governo local acordou que o diretor do conservatório de música {Esteban} Sánchez, José Ignacio de la Peña, fosse quem coordenasse e fizesse um seguimento do novo modelo de gestão.

Com esta finalidade, no passado mês de Fevereiro teve lugar uma reunião informativa no centro cultural Alcazaba na qual participaram academias de música, grupos de cornetas e tambores, a Jovem Orquestra Cidade de Mérida, Sociedade {Filarmónica} Emeritense, bem como músicos da cidade que se interessaram pelo futuro do grupo. O modelo que se viu mais idóneo foi a criação duma associação cultural musical que gerisse de maneira prioritária e como função principal o desenvolvimento da nova grupo/ponta municipal.

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