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El Periódico Extremadura | Sábado, 17 de novembro de 2018

No paraiso da desolação

O jornalista Miguel Ángel Muñoz expõe suas experiências em {Anantapur}

C.H. MÉRIDA
31/05/2018

 

«Dizem que quando um viaja à Índia, seu mundo e seu conceito/ponto do mesmo se transforma. Não é uma frase vácua». Miguel Ángel Muñoz, redator-chefe de O Jornal Extremadura, apresentou ontem em Mérida ‘Diário/jornal extremenho em Índia’, uma exposição que poderá ver-se até ao próximo 15 de Junho no Corredor de Vidro da Assembleia regional.

Através de 22 fotografias e oito painéis, o jornalista exibe os reportagens que publicou neste diário/jornal durante sua estadia como enviado especial à cidade de {Anantapur}, numa viagem organizada pela Fundação Vicente Ferrer, que desde há 50 anos desenvolve uma encomiável lavor/trabalho humanitária no país.

Muñoz fez as malas em Dezembro do ano passado para embarcar-se, juntamente com uma trintena de companheiros, numa {ilusionante} expedição que lhe permitiu conhecer de primeira mão a realidade de aqueles que vivem nas zonas mais desfavorecidas do país asiático, o ‘paraiso da desolação’, como ele o denomina. «Esta exposição é a história de um viagem, não só/sozinho físico, é a história duma transformação pessoal e isso é algo único e excecional que só/sozinho te passa uma vez na vida», reconheceu o jornalista. No seu entender, «no coração dos indianos só/sozinho cabe a generosidade».

A mostra, que está incluída nas atividades que se realizam pelo 95 aniversário de O Jornal Extremadura, foi apresentada pela presidenta da Assembleia, Branca Martín; o diretor de O Jornal Extremadura, Antonio Cid de Rivera, e o delegado da Fundação Vicente Ferrer na Extremadura e Andaluzia, Rafael Carmona. Ao ato também foi a diretora do Centro de Adultos de Cáceres, {Araceli} Rubio, bem como representantes da política, a cultura e as artes.

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