Menú

El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 18 de dezembro de 2018

«Não somos muito conscientes do potencial cultural que temos»

SARA JIMÉNEZ Actriz

por CARMEN HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com
08/01/2018

 

{Aunque} no le venga de familia, o teatro sempre fez parte de sua vida. A emeritense Sara Jiménez ia para engenheira mas seu instinto lhe levou a deixar a corrida/curso para estudar na Escola Superior de Arte Dramática da Extremadura. Há dois anos participou no {pasacalles} Nove musas do festival de teatro clássico e seu papel mais relevante/preponderante até à data foi com a obra ‘O fio vermelho do destino: A viagem de Violeta’, de As quatro esquinas. Trabalhadora incansável, a atriz trabalhou por sua vez em montagens com várias companhias extremenhas e se subiu às tábuas do teatro romano. Sua inquietude profissional lhe augura uma trajetória profissional cheia de êxitos.

-¿Porque é que deixou sua corrida/curso de engenharia e apostou em o teatro?

-Desde os três anos dançava danças regionais no bairro e quando {llegué} ao instituto/liceu me apontei a teatro. {Empecé} com engenharia por aquilo de estudar algo ‘normal/simples’, mas me dei conta de que não era meu caminho. Ao início não estava completamente segura do que tinha facto/feito porque foi mais bem instintivo, mas agora sim sei que tome a decisão correta.

-¿É difícil abrir-se um vazio no mundo das artes cénicas?

-Sim que é difícil abrir-se um vazio neste mundo, mas sobretudo acostumar-se ao ritmo e a que não há coisas fixas porque são projetos que vêm e vão. Temos de estar muito ativo porque nunca {sabes} o que te vai a vir, mas eu {confío}, apesar de minha precoce idade e curta vida no teatro, de que trabalhando muito se podem conseguir as coisas.

-¿Até onde gostaria de chegar?

-Cada dia me vejo mais próxima à dança e gostaria terminar fazendo teatro corporal. E sobre/em relação a onde gostaria atuar, não tenho nenhum sítio pensado que me faça especial ilusão/motivação. Tendo uma boa obra e um bom público, atuaria onde fosse.

-¿Como viveu sua experiência sobre/em relação a a areia do teatro romano?

-No teatro romano estive em 2014 com {Pluto}, que dirigiu {Magüi} Mira. A verdade é que como emeritense foi muito emocionante estar sobre/em relação a a areia do teatro romano. Sempre é um sono/sonho atuar no teatro romano e ver a tantas pessoas, sobretudo para as pessoas de Mérida, e porque além disso {sientes} a história que tem.

-¿Que distingue ao teatro do resto das disciplinas artísticas?

-O teatro engloba a todas as disciplinas porque lhe podes meter música, vídeo, literatura, pintura… Tudo cabe no teatro. O realmente bonito desta profissão é que {acabas} estudando e conhecendo um pouco/bocado de tudo porque é necessário para fazer teatro.

-Sempre se diz que as pessoas não vai o suficiente ao teatro, ¿porque é que?

-As pessoas não vai ao teatro porque não sabe realmente o que é. Está muito acomodada à televisão e a outras coisas e não sabe o que lhe vai a dar nem o que vai a usufruir o tempo que esteja no teatro.

-¿Como vê o panorama cultural tanto/golo a nível local como regional?

-Na cidade existe um bom movimento cultural e a coisa vai a mais. Na Extremadura acredito/acho que realmente não somos muito conscientes do potencial que temos tanto/golo a nível cultural como teatral em particular.

-¿Temos de potenciar o sector?

-Temos de dar mais recursos económicos porque o sector cultural ainda está muito baixo em relação a outros. Se a Administração da Extremadura fora consciente do potencial tão enorme que temos a nível cultural daria muito mais.

As notícias mais...