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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

«Na cidade faz falta uma pista de atletismo homologada»

JUAN PALMAAtleta veterano

por CARMEN HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com
11/09/2017

 

O desporto como forma de vida. A seus 53 anos, o atletismo Juan Palma pode presumir de ser tudo um referente na especialidade de tripla saltadora. Desde que no ano 2005 {comenzara} a competir na categoria/escalão de veteranos, sua trajetória foi imparável: 14 campeonatos de Espanha, sete subcampeonatos, dois terceiros postos e três quartos, para além de ficar nono num campeonato mundial ao ar livre e de obter um quinto posto no campeonato de Europa de 2017. Palma concilia sua paixão pelo atletismo com seu trabalho como professor de Educação Física, ao passo que treina no clube de atletismo {Mitreo} de Mérida.

-Pratica atletismo desde que tinha 10 anos, ¿quando se decidiu a competir como veterano?

-{Empecé} a competir com o clube Escolas Desportivas de Mérida em 2005 com uns 37 anos. Me dei conta que quando cumprisse os 40 anos poderia competir como veterano a nível nacional porque as marcas que estava fazendo podiam ser dignas para isso. Quando {cumplí} os 40 {competí} num campeonato de Espanha em Oviedo e fui campeão. A partir de aí tenho seguido/continuado e ainda não tenho falhado a nenhum campeonato de Espanha, tanto/golo de verão como de inverno, nos 17 anos que levo competindo de veterano.

-¿Porque é que o tripla saltadora?

-Desde que {empecé} a praticar tripla saltadora sendo cadete me apaixonou. É um salto muito treinador que necessita uma boa preparação técnica porque se não o fazes bem te podes lesionar a qualquer momento. O importante é que desde que sou veterano mantenho as marcas e cada vez vão tendo mais valor, já que em 17 anos que levo as marcas têm descido muito pouco/bocado.

-Nestes anos, ¿como acredita que mudou a conceção do desporto por parte da sociedade?

-Agora as pessoas faz mais desporto que antes. Também penso que há muita informação disponível mas as pessoas não a escolhe bem porque muitas pessoas se põem a fazer desporto sem uma rotina. Acredito/acho que temos de fazer desporto com um bom aconselhamiento e sabendo realmente o que {quieres} conseguir para que seja positivo e não contraproducente.

-¿Que lhe parecem as instalações desportivas da cidade?

-A procura principal é que não temos uma pista homologada para poder/conseguir fazer competições e os clubes se têm que deslocar. Em Mérida não há nenhuma instalação homologada de atletismo para que as marcas dos atletas possam ser válidas. Além disso, o estado das pistas de atletismo que temos na cidade deixa muito que desejar, embora não estejam homologadas e se possam utilizar/empregar para treinar.

-Como treinador da pedreira/formação de atletas e sendo veterano, ¿que lhe dá aos jovens?

-Acredito/acho que para eles serei um referente porque sempre que vou às competições se interessam por tudo o que faço. Penso que lhes motiva muito ver como alguém que está em seu clube, tal como acontece com outros companheiros, conseguem triunfos desportivos.

-Por parte das administrações, ¿se teriam que dar mais ajudas económicas aos atletas?

-A nível veterano está claro que não procede dar ajuda por parte das administrações. A nível de atletismo de base se necessitariam muitas mais ajudas económicas porque para o futebol há muitas ajudas e para o atletismo praticamente nenhuma. No clube {Mitreo} tudo o que {conseguimos}, fundamentalmente, é a base das cotas que dão as famílias ou dos eventos.

-A curto prazo, ¿se vê retirado do atletismo? ¿Que projetos tem?

-Não me {planteo} deixar o desporto porque quero seguir/continuar competindo a nível da Extremadura e nos campeonatos de Espanha.

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