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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de agosto de 2018

Meninos com os pés no chão

Alunos de Primária da escola Cidade de Mérida defendem no Parlamento seu ‘Lei do solo’ para que as cidades sejam mais sustentáveis e com mais segurança para peões e ciclistas

P. C.
02/06/2018

 

Sempre se disse que aos meninos temos de ouvir-los. {Pués} ontem falaram alto e claro; e fizeram-no nada menos que no templo da palavra, no Parlamento extremenho. Perto de 150 alunos/ás de Primária da escola Cidade de Mérida defenderam seu ‘Lei do Solo’, com argumentos para que as cidades do futuro sejam mais sustentáveis, e tenham mais espaços para a segurança de peões e ciclistas, entre outras questões.

Trata-se de uma iniciativa que faz parte do projeto piloto ‘Construindo Caminhos’, organizado pela Direção Geral de Urbanismo e que se tem desenvolvido neste centro educativo durante o curso escolar 2017-2018, com o objetivo de sentar as bases que propiciem uma mudança cultural e de hábitos no modelo de mobilidade do atual a um mais sustentável, saudável e seguro.

Este projeto persegue também despertar o espírito crítico dos alunos sobre/em relação a o meio que lhes rodeia e no qual se desenvolvem e fomentar sua participação como cidadãos nos assuntos mais relevantes para eles, transmitindo-lhes a ideia de que são cidadãos de plenário/pleno direito embora sejam menores de idade.

Aproveitando a tramitação da Lei de Ordenamento Do território e Urbana Sustentável, se iniciou esta atividade com a finalidade de dar voz aos meninos e conhecer suas inquietudes em relação ao modelo de cidade no qual desejariam viver, trabalhando sobre/em relação a os sistemas de participação e os modelos de representação cidadã.

Para isso, se lhes explicou que é uma lei, para que serve e como se pode participar em seu conteúdo, pelo que se elaborou uma lista de desejos com temas que os meninos quiseram incorporar ao texto da lei (o modelo urbano, os equipamentos nas zonas verdes e de diversão e a mobilidade).

Estes alunos atuaram ontem como verdadeiros grupos parlamentares e apresentaram suas ideias como se fossem emendas ou propostas. E com todas essas iniciativas, o regulamento «virá a esta casa (a Assembleia) dentro duns meses e serão os deputados e deputadas os que debatam como fica depois de/após sua tramitação parlamentar», lhes comentou a presidente do Parlamento extremenho, Branca Martín.

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