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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 22 de novembro de 2017

O Liceu segue/continua esperando sua oportunidade

O proprietário do imóvel o põe em aluguer após seis anos sem que tenha tido um novo uso

CARMEN HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
09/09/2017

 

Mais de seis anos passaram desde que os sócios do Liceu emeritense {acordaran} a venda de sua histórica sede ao oftalmologista José Antonio Lillo. Em Março de 2011, coincidindo com o 110 aniversário da instituição, se ratificava em Assembleia Geral Extraordinária os termos do acordo que se tinha alcançado previamente com o comprador. A ideia inicial de Lillo era adaptar o prédio para albergar parte de seu importante coleção de obras de pintores extremenhos ou instalar uma clínica privada, no entanto, finalmente decidiu alugar o imóvel a alguma empresa ou particular.

Os viandantes que diariamente percorrem a rua Santa {Eulalia}, à altura do número 41 onde se localiza o prédio, podem comprovar desde há umas semanas que na porta do Liceu penduram dois cartazes que anunciam sua posta em aluguer, acompanhados do correspondente número de contacto. Segundo tem podido saber este diário/jornal, Lillo descarta por enquanto dar-lhe um novo uso ao imóvel, daí que tenha optado pela opção do aluguer.

Cabe {recordar} que o acordo económico subscrito pelos sócios e Lillo se cifrou na altura própria em 1.225.000 euros, uma quantidade/quantia que estava abaixo de seu valor de mercado. No entanto, era suficiente para enfrentar a dívida de 850.000 euros que vinha arrastando a instituição, já que garantia sua continuidade evitando assim o embargo de seus bens e seu posterior leilão pública.

O Liceu de Mérida chegou a ter 3.000 sócios, mas em 2011 contava com apenas 250, aqueles que utilizavam a instituição como lugar de encontro para jogar às cartas ou ao dominó, ao passo que também se realizavam classes de dança e conversas.

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