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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 21 de septembro de 2017

«Há pessoas que, faças a feira que faças, se irá de férias»

JESÚS BRAVOFuncionario de la Delegación de Festejos

por MANUEL LÓPEZ merida@extremadura.elperiodico.com
04/09/2017

 

{Cuando} llega la feria es uno de los momentos de menos tranquilidad en su trabajo. Após vários meses de preparativos, Jesús Bravo vive sua terceira feira desde dentro do departamento de Festejos quase sem parar nem um instante.

-¿Como foram os preparativos da feira e quando começaram?

-A feira se começa a preparar pelo mês de Maio com as primeiras disponibilidades de tipo legal, com as normas das atrações, das tendas, as normas dos postos como churrarias, para as tendas de comida/almoço… Também se tiram a licitação algumas barras como a da tenda municipal ou a tenda infantil. Vão esclarecendo as datas para convirlo com as feiras que temos antes e depois da nossa e também nos pega o Dia da Extremadura, que há pessoas que costuma ir-se fora. Se começam a preparar os planos, os contratos com as empresa de iluminação, contratos com empresas e venda ambulante. O que passa é que não se fecha tudo até umas horas antes de arrancar a feira.

-¿Quantas tendas, postos e atrações tem a feira?

-Há à volta de 80 atrações, umas 30 tendas e outros 50 postos de tiros/lançamentos, torrão, loja de hambugueres e demais coisas. Além disso, há 32 postos de venda ambulante.

-¿Quantos anos leva em Festejos e qual é o seu trabalho?

-{Cogí} a delegação de festejos pela morte de meu colega Jesús Cabezas. Minha primeira feira foi em 2015 e esta já será minha terceira feira. E em meu lavor/trabalho eu faço um pouco/bocado de tudo. A gestão administrativa, desde o cobrança das parcelas, o controlo do boletim de {enganche} da luz e demais coisas passam por aqui. {Atendemos} desde que o feirante me chama para saber qual é seu sítio, quantos metros tem, quanto tem de luz…

-¿Como mudou a feira?

-A feira de Mérida é um festejo popular que é importante para muitas pessoas. Vai-se tratando de ir organizando as coisas o melhor possível, se convida a muitas pessoas para que venham e que assim tenha atrações e tendas de todo o tipo. Uma das novidades neste ano é a tenda para a juventude que tem montado {Diversis}. Eu vejo que cada ano vai-se cuidando mais a estética e os próprios feirantes têm cada vez mais documentação. Eu me centro muito no recinto da feira, mas a feira não é só/sozinho isso, também estão os concertos e o centro.

-¿A feira se vive diferente quando um trabalha em festejos?

-Sem dúvida que sim. Na feira são dias para mim nos que tenho que estar no recinto presente por circunstâncias que vão acontecendo. Qualquer que te chama que tem algum problema, por se tenho que contactar com a empresa que se encarrega da luz… Gera muito trabalho. Não é estar subido a um andaime mas sim, tens que estar pendente a tudo o que acontece por ali.

¿Acredita que muitos emeritense vão de férias em feira?

-Há pessoas e empresas que têm decidido pegar/apanhar suas férias nesta data e acredito/acho que faças a feira que faças vão a ir fora. Há outros que vivem a feira, usufruem na feira e ficam. Eu sempre vejo as ruas muito cheias e muito bulício. Que tenha mais ou menos que no ano anterior penso que é uma perceção, não há um torno para medir a toda as pessoas que há.

-¿Acredita que a feira aos poucos vai a mais?

-Eu acredito/acho que o volume de aceitação que há é muito bom mas eu sou funcionário, não político e não sei se é melhor, mas é a que temos. Acredito/acho que tem muitas pessoas e que é um festejo popular que atrai a muitíssimos emeritenses. Por exemplo, sim acredito/acho que o 2016 foi melhor que o 2015 e também espero que a deste ano seja melhor ainda.

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