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El Periódico Extremadura | Domingo, 24 de junho de 2018

Emérita Lúdica se põe o trouxe

Amanhã arranca a programação do evento {recreacionista} com numerosas atividades para convidar aos cidadãos a que se vistam de romanos e saiam à rua a viver os monumentos H O interesse/juro por comprar ou fazer-se um vestimenta aumenta cada ano

por CARMEN HIDALGO
03/06/2018

 

A cidade está a um passo de reviver um ano mais seu legado romano. Amanhã arranca a IX edição de Emérita Lúdica, que se estenderá até ao próximo domingo, com um largo programa de atividades para voltar a dar-lhe vida aos monumentos. As ruas voltarão a inundar-se de cidadãos ataviados de fatos romanos e, como ainda fica uma semana pela frente/por diante, ainda há tempo para que os atrasados se façam com suas vestimentas. Faz já um mês que abriu as suas portas o oficina de orientação e aconselhamiento em vestimenta romana, nos arcadas do templo de Alvo. Nele, o diretor artístico do evento Eduardo Acedo ‘{Dudu}’, junto a dois modistas, levam trabalhando sem descanso/intervalo para atender a os cidadãos e elaborar os fatos da passarela romana que fechará como já é habitual a presente edição, o 10 de Junho à noite, e que se converterá numa homenagem aos personagens que viviam em {Augusta} {Emerita}.

«A participação neste ano está a ser transbordante. As pessoas se tem tomado muito a sério o tema do rigor e sabem que têm que vestir-se de romanos, não disfarçar-se», sustenta Acedo. Mais de um centena de pessoas passaram já pelo oficina e, nesta ocasião, ao desenhador lhe surpreende a afluência de senhoras maiores/ancianidade: «Adoro que a geração das avós venha a assessorar-se porque estão sendo o fio condutor para transmitir a mensagem de Emérita Lúdica a suas famílias». No seu entender, Emérita Lúdica «passou de ser um evento de difusão patrimonial de pequeno formato a um projeto de cidade no qual todos se envolvem». Acedo considera que a repercussão que está adquirindo o evento nos últimos tempos responde ao interesse/juro mostrado pelos emeritenses. «Se o povo/vila não tivesse acreditado neste projeto não se tivesse convertido num projeto de cidade», sublinha.

Em relação aos conselhos que lhes dá a aqueles que vão ao oficina para procurar um balneário, Acedo sempre recomenda «que não se sintam/sentam disfarçados, que se sintam/sentam vestidos». Destaca que à maioria da pessoas gosta de vestir-se de {patricios} ou nobres, mas anima a que provem a caraterizar-se de outros personagens próprios da época romana, como senadores, gladiadores, soldados ou escravos. As telas também são fundamentais na hora de conseguir o maior rigor histórico no balneário. «O linho era o material que mais se utilizava e também era muito conhecida a {muselina} de seda, mas como é uma tela mais face, se pode transferir a outro tipo de materiais que são mais económicos e dão bom resultado», explica o diretor artístico.

Concepción Quiles, de Tecidos Conchi, destaca que desde há três anos o interesse/juro dos cidadãos por comprar-se telas para fazer-se seu balneário vai em aumento. «Isto vai a mais e pelas vendas que estou tendo diria que quase o dobro que no passado ano», precisa. Em sua loja dispõem de todo o tipo de telas, com mais de 30 cores, e preços de três a oito euros. O trouxe completo pode adquirir-se por um mínimo de 15 euros. Em definitiva, são poucas as desculpas para vestir-se e sair a viver Emérita Lúdica.

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