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Cultura investirá 800.000 euros mais na alargamento do museu romano

A obra sairá de novo a licitação por 8,5 milhões, face aos 7,7 do ano 2015. O novo projeto que apresentou Moneo está em fase de «supervisão técnica»

 

Visitantes na nave principal do Museu Nacional de Arte Romana. - EL PERIÓDICO

R. ENTONADO // C. HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
10/03/2020

Mais orçamento e um novo atraso para a esperado alargamento do Museu Nacional de Arte Romana de Mérida (MNAR). A última previsão do Ministério de Cultura era licitar a obra a finais de 2019 para que os trabalhos se iniciassem a começos deste ano, mas segundo confirmam fontes da Gerência de Infraestruturas e Equipamentos, o modificado do projeto que apresentou o arquiteto Rafael Moneo está ainda em fase de «supervisão técnica».

Isto indica que ainda se tardará algumas semanas mais em tirar as obras a licitação, se bem o custo estimado dos trabalhos é agora de 8,5 milhões de euros face aos 7,7 pelos que saíram a concurso no 2015. Isto supõe 800.000 euros mais. Segundo confirmam fontes do ministério, o novo projeto elaborado pelo estudo do arquiteto Rafael Moneo se apresentou diante da Gerência de Infraestruturas e Equipamentos de Cultura na última semana de Fevereiro e atualmente se está realizando seu «supervisão técnica».

REQUISITOS / O projeto tem recolhido todas as prescrições e modificações derivadas dos relatórios arqueológicos com o objetivo de respeitar os restos encontrados no lugar onde se executará a obra, o que tem obrigado a modificar alguns espaços como a sala de instalações e os balneários. Se tem aproveitado também para projetar e desenhar uma varanda que permita contemplar os vestígios arqueológicos desde/a partir de o cave primeiro, se explica.

O prazo de execução uma vez adjudicados os trabalhos será de 24 meses e o orçamento total de 8.496.159,27 euros, IVA incluído. Como se recordará, este projeto já saiu a concurso no ano 2015 e foi adjudicado à {empesa} {Sando} por 4,1 milhões de euros entre 32 ofertas apresentadas. Mas a construtiva renunciou quando, em Fevereiro de 2017, as obras se paralisaram pela aparecimento de restos arqueológicos de importância, pelo que se terão que voltar a licitar.