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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

O comércio aguenta o tipo

Comerciantes assinalam que neste ano não se registou uma melhoria destacada das vendas durante a campanha natalícia H Coincidem em afirmar que a compra ‘on line’ está afetando aos estabelecimentos

CARMEN HIDALGO
05/01/2018

 

Nem muito bem nem muito mau. Disparidade de opiniões entre os comerciantes da zona centro da cidade sobre/em relação a o desenvolvimento da campanha natalícia. Se bem para uns se mantém o nível de vendas em relação ao ano passado, para outros, as compras estão sendo algo mais baixas. No que sim coincidem, na sua maioria, é que as vendas online estão afetando de maneira negativa ao pequeno comércio.

O presidente da associação de comerciantes da zona centro, Carlos Cascón, considera que «a campanha está a ser boa porque as vendas estão praticamente igual que o ano passado». No seu entender, as compras por internet «afetam muitíssimo ao pequeno comércio». A mesma opinião sustenta Olga Crespo, da loja de brinquedos educativos {Eurekakids}, que abriu as suas portas faz um mês na cidade: «A venda online afeta bastante porque é mais cómodo comprar desde a sala de teu casa nem esperar caudas».

Para Nuria Delgado, de {VintiVintae}, o auge do comércio eletrónico também está incidindo nas vendas dos pequenos comerciantes durante as festas natalícias. «Acredito/acho que as pessoas está comprando muito por internet e que deixa os últimos detalhes para comprar no pequeno comércio». Nesta linha, rejeita que o consumidor vá ao comércio por internet, ao manifestar que «as lojas locais necessitamos destes dias para remontar os meses que são mais frouxos».

Desde a loja Os Leões apostam em a compra de artigos aos pequenos comerciantes: «O comércio tradicional é mais próximo e os clientes preferem a fidelidade e as garantias que te dá o comércio de sempre a comprar por internet, que também tem seus inconvenientes».

Em relação ao nível de vendas e a incidência das descuentos adiantados, já que as oficiais começam no próximo dia 7, também há diferentes pontos de vista. «A campanha esteve um pouco/bocado paragem/desempregada/parada ao início, mas parece que se está notando melhoria com o último empurrão. Em geral a coisas vão bem porque dá a sensação de que as pessoas está gastando com mais alegria», afirma {Meña}, do estabelecimento {October}. Em relação aos descontos, a comerciante sustenta que nestas datas, o cliente «procura o presente que gosta de e se calhar não se fixa tanto/golo em se há descuentos».

«Neste ano está a ser um pouquinho mais frouxo e me deu também a sensação de ver menos movimento de pessoas», aponta Nuria, de Mira que coisas, quem assinala que alguns comerciantes da zona lhe asseguraram que as vendas não têm tido um crescimento notável em relação à campanha anterior. «Me parece mau que estejamos sempre em descuentos, mas entendo as necessidades de cada comércio», destaca.

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