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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

Cinco projetos optam à reforma da nova praça/vaga do Terceiro Milénio

A Junta conta com 400.000 {€} para melhorar o ambiente da esquadra de polícia. Após ficar deserto o primeiro concurso, se estima que as obras comecem já em 2018

ROCÍO ENTONADO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
02/09/2017

 

Nova oportunidade para a praça/vaga do Terceiro Milénio. Cinco projetos optam à remodelação do ambiente da esquadra de Polícia Nacional, atuações para as que a Junta de Extremadura tem reservada uma verba/partida de 400.000 euros. Após ficar deserto o primeiro concurso convocado para a redação do projeto, o Executivo tem procedido a contactar de forma direta com os profissionais para instar-los é a enviar suas proposições e se receberam um total de cinco, que segundo confirma a Secretaria-geral de Arquitetura e Habitação se estão valorizando nestes momentos para selecionar a oferta mais vantajosa.

Para isso não só/sozinho se terão em conta os critérios económicos, mas também outros aspetos relacionados com a justificação e idoneidade da proposta arquitetónica ou sua viabilidade técnica e económica. A intenção era ser feito o processo ao longo/comprido deste ano, mas tendo em conta os tempos marcados pela legislação vigente em matéria de contratação do sector público, prevê-se que as obras comecem já no segundo semestre do ano 2018.

Segundo confirma a Conselheria de Saúde e Políticas Sociais (onde se circunscreve a área de Habitação), para a zona em questão se contemplam diversas atuações. A principal é a melhoria da praça/vaga da avenida de {Valhondo} e os dois vias pedonales que dão acesso ao Terceiro Milénio, que ainda não foram {recepcionados} pelo Câmara Municipal e requerem duma remodelação para adaptá-los à regulamento atual, especialmente em matéria de acessibilidade. Além disso, se melhorará o alcatroado e se colocarão árvores e iluminação pública.

CONCURSO DESERTO / Como primeiro passo para iniciar/dar início os trabalhos, a Junta convocou em Abril o concurso para a redação do projeto básico e de execução e o estudo de segurança da obra, dotado com 17.900 euros mais IVA. Concorreram várias empresas, mas finalmente no passado mês de Julho se decidiu declará-lo deserto porque os técnicos concluíram que nenhuma das propostas apresentadas reunia «o interesse/juro suficiente para o desenvolvimento do contrato».

Logo a seguir, se iniciou um procedimento de negociado sem publicidade para convidar aos profissionais a enviar as suas propostas, recebendo um total de cinco processos que nestes momentos encontram-se em estudo por parte da Secretaria de Habitação. Uma vez adjudicado o contrato e redigido o projeto, se procederá a licitar a obra, cujo montante estimado ronda os 400.000 euros.

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