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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 11 de dezembro de 2018

O centro de interpretação dos {Corbos} já está aberto às visitas

{Osuna} anuncia que se instalarão barreiras para que o ambiente seja mais acessível. O espaço se poderá visitar em grupos de 25 pessoas e será gratuito para os emeritenses

CARMEN HIDALGO
14/06/2018

 

Aumenta a oferta turística da cidade. Após mais de um ano de trabalhos, o centro de interpretação do palácio dos {Corbos}, do templo de Alvo, já é uma realidade e poderá visitar-se a partir de hoje. As visitas a este emblemático monumento serão por grupos de 25 pessoas, em horários de amanhã (10.30 e 12.30 horas) e tarde (17.00, 18.00 e 19.00 horas). Os emeritenses poderão usufruir a visita de maneira gratuita (tal como o resto de recintos monumentais) e para os turistas o acesso terá um montante de três euros que completará a entrada ao conjunto/clube monumental.

A conversão do prédio em centro de interpretação foi possível graças à contribuição de várias anuidades do Projeto Mecenas, após resultar escolhido por votação, e completa a intervenção arquitetónica anterior financiada pelo Governo extremenho e dirigida pelo arquiteto Rubén Cabeceira. O presidente da Câmara Municipal de Mérida, Antonio Rodríguez Osuna, assistiu ontem à inauguração do novo espaço museográfico juntamente com a Conselheira de Cultura e Igualdade, Leyre Iglesias.

O regedor anunciou também «novas ações» por parte da Câmara Municipal. Concretamente, vão a colocar umas barreiras de contenção elétrica ou {bolos} hidráulicos no ambiente do templo para fazer mais acessível o acesso pedonal. Nesta linha, Osuna avançou a posta em marcha duma recriação virtual de realidade aumentada que será «um projeto pioneiro e inovador em Espanha», ao passo que «permitirá conhecer este templo tal como se acredita que estava na época romana».

{eL} PERCURSO/PERCORRIDO // Segundo explicou ontem a responsável museográfica do centro de interpretação, {Lourdes} Román, este se estrutura em dois plantas e aborda a importância do templo em épocas romanas e seus posteriores usos. O percurso/percorrido se articula numa sala de acolhimento com algumas produções, {panelerías} interpretativas e imagens alegóricas.

Desde a sala inicial se poderá aceder à seguinte estadia, que inclui uma exposição de várias peças arqueológicas vinculadas ao templo e ao fórum, junto a uma projeção concetual que fala dos ritos e de como entendiam os romanos a religião. Além disso, se poderão observar diversos âmbitos expositivos com diferentes recursos artísticos que abordam o templo em época romana e sua história em etapas posteriores.

Por seu lado, a conselheira destacou que o templo é «uma parte viva da cidade, o temos visto estes dias com Emérita Lúdica». Com a culminação deste projeto, acrescentou, «pomos uma nova capa à história sobre/em relação a nossa história abrindo este espaço para os cidadãos e cidadãs de Mérida, Espanha e do mundo».

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