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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

O Carnaval Romano aposta em a acessibilidade e fantasias não sexistas

O pregão da festa contará com intérprete de língua de signos

REDACCIÓN MÉRIDA
20/02/2020

 

O pregão de Los Morancos com intérprete de língua de signos, o programa de atividades em leitura fácil e a recomendação de evitar a {hipersexualización} da infância e fantasias sexistas, são algumas das medidas em favor da acessibilidade e a igualdade da Câmara Municipal durante o Carnaval Romano, que foram apresentadas ontem em conferência de imprensa pela delegada de Igualdade, Ana Aragoneses, e a de Diversidade Funcional, {Susana} {Fajardo}.

Assim, se tem adaptado a publicação do programa do carnaval a um formato de fácil leitura que se poderá descarregar desde/a partir de a web municipal e se tem instalado {bucle} magnético no palácio de congressos para que as pessoas surdas possam usufruir do concurso de agrupamentos, segundo recolhe/expressa a câmara municipal em nota de imprensa. O pregão do carnaval, que oferecerão amanhã Los Morancos na praça/vaga de Espanha, contará um ano mais com intérprete de língua de signos, detalhou {Fajardo}.

No sábado dia 22, às 12.00 horas na tenda da praça/vaga, terá lugar uma atividade de conta contos intitulada ‘Disfarçando contos factos/feitos a mão na qual os componentes de ‘O gato ao água’ convidam a usufruir em família duma atividade que também é acessível a pessoas surdas. Também, os usuários de Plena Inclusão Mérida se estão encarregando de realizar a Sardinha que desfilará pelas ruas da cidade na despedida da festa, o {proximo} Terça-feira de Carnaval.

Por outro lado, repartir-se-ão na praça/vaga 3.000 máscaras para grandes e pequenos desenhadas a partir do a nova imagem corporativa da Câmara Municipal. Por seu lado, Aragoneses deu a conhecer algumas recomendações a ter em conta na hora de escolher os fantasias, como evitar «a {hipersexualización} da infância» com fantasias inapropiadas para sua idade.

A delegada advertiu de que estes fantasias perpetuam estereótipos de género que classificam a mulheres e homens com etiquetas sociais: «As primeiras como seres dependentes, preocupadas pela estética e a beleza, pelos cuidados e tarefas do lar; e os segundos pela agressividade, o mundo profissional e o domínio». A vereadora aconselha que os fantasias «sejam flexíveis e criativos, quebrando assim os estereótipos atribuídos a mulheres e homens».

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