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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

A câmara municipal confia em que a venda do silo permitirá a sua conservação

Se está à espera de conhecer o novo uso, que deverá estar recolhido no PGOU. Yáñez afirma que o o principal objetivo é que o edifício gere emprego na cidade

CARMEN HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
14/02/2020

 

Aprovação municipal à venda do silo. A porta-voz do governo local, Carmen Yáñez, mostrou ontem a sua satisfação após conhecer a causa de a informação publicada por este jornal que o Fundo Espanhol de Garantia Agrária (Fega) formalizasse a venda do imóvel a Gameroil S.A.L. por um montante de 708.775 euros. Por enquanto, a empresa emeritense não decidiu o destino que terá o imóvel, pelo que a Câmara Municipal está à espera de conhecer qual vai ser o novo uso.

Por meio de uma nota de imprensa, Yáñez sustenta que esta operação «permitirá a conservação» do edifício, bem como «a posta em marcha de medidas de segurança que garantam um melhor manutenção e controlo do recinto». O programa eleitoral do PSOE incluía um pedido ao Fega para a cessão do silo à Câmara Municipal e sua posta em valor dentro dos usos recolhidos no Plano Geral de Ordenação Urbana (PGOU), que «gerará atividade económica em seu ambiente». A delegada manifestou que esta transação imobiliária «vai em consonância com o objetivo de gerar atividade económica, que é nossa principal opção, que o silo seja um edifício que gere emprego em nossa cidade».

A porta-voz espera que conclua o contencioso aberto sobre o edifício para conhecer com mais detalhe que tipo de iniciativa quer apresentar o proprietário e se está dentro dos usos recolhidos em PGOU. Em Novembro do ano passado, o Tribunal Superior de Justicia de Extremadura (TSJEx) admitiu a trâmites um recurso apresentado por Adenex contra a «desproteção» do silo por parte da Junta. Sobre este assunto, o executivo autonómico explicou nessa altura que tinha revogado a incoação de Bem de Interesse Cultural (BIC) para o silo «ao estimar-se as alegações formuladas»

Por seu lado, Adenex informa que o TSJEx tem aceite como medida cautelar, a pedido da associação, que não se permita a «alteração nem destruição do imóvel em tanto não se pronuncie a sala sobre o fundo».

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