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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

As redes apoiam à grupo/ponta

Um componente do grupo municipal inicia uma recolha de assinaturas através de {Change}.{org} contra a decisão da Câmara Municipal de amortizar este agrupamento e recebe perto de 2.000 apoios numa semana

CARMEN HIDALGO
28/12/2017

 

«O grupo municipal não pode morrer-se bem como assim». Quem fala é Luis Miguel Astillero, um dos 12 músicos que integram o agrupamento musical e promotor duma campanha de recolha de assinaturas através de {Change}.{org} contra a decisão tomada pelo Governo local, que quer amortizar o grupo alegando o elevado custo que gera aos cofres municipais sua manutenção. Uma semana depois de/após sua publicação na plataforma online, a petição/pedido para que não desapareça o grupo recebeu 1.968 firmas/assinaturas de apoio.

A equipa de governo anunciou no passado 15 de Dezembro a sua intenção de prescindir dos serviços deste conjunto/clube fundado no ano 1884. O delegado de Cultura, Antonio Sánchez Barcia, alegou que manter esta formação histórica supõe 100.000 euros anuais, aos que teria que somar uma quantidade/quantia extra para contratar a músicos adicionais em cada atuação. Neste sentido, cabe destacar que dos 12 componentes atuais, seis são funcionários e outros seis pessoal laboral com um contrato de cinco horas.

A última vez que tocaram foi o 1 de Outubro no beija-mão da {Mártir}. «Fizemos atuações até faz dois meses e segundo a Câmara Municipal já não podemos atuar, além disso, não vinho nenhum músico de reforço nem nada», aponta este {dombenitense} que leva 14 anos no grupo.

«O que pretende a Câmara Municipal é um despropósito», afirma o músico, quem assegura que até à data não receberam nenhuma notificação oficial por parte da Câmara Municipal. «Tudo continua na mesma, não temos nenhuma notícia da Câmara Municipal e continuamos indo a nossos postos de trabalho», precisa Luis Miguel.

A intenção dos músicos é poder/conseguir chegar a um acordo com o Governo municipal: «Queremos reunir-nos para criar um projeto comum e arranjar a situação». Por enquanto, o músico sustenta que seguirão/continuarão procurando apoio através das redes sociais e não descartam realizar alguma ação reivindicativa para chamar à atenção da cidadania. «Por agora estamos tremendamente contentes porque recebemos apoio de muitas pessoas e companheiros de toda Espanha que se estão mobilizando com este assunto», sublinha o músico.

A decisão da equipa de governo já se levou à mesa de negociação com os sindicatos e deverá passar pela Junta de Gobierno Local e o plenário/pleno municipal para que finalmente se leve a termo, embora coletivos como o sindicato CCOO e partidos da oposição/concurso público já mostraram-se contra.

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