El Periódico Extremadura | Sábado, 22 de septembro de 2018

Pequenas empresas poderão abrir em Capellanías que tem quase cem naves desocupadas

Agora há 280 empresas. A quarta parte de suas naves estão vazias. A norma se faz mais flexível para que o polígono tenha mais atividade

JOSÉ LUIS BERMEJO 12/01/2018

Las pequenas empresas terão nuns meses mais fácil instalar-se em Capellanías, o principal polígono empresarial que tem a cidade. Ontem se deu a primeira aprovação para eliminar da regulamento condicionantes que impedem a implantação de empresários que necessitem para desenvolver sua atividade uma superfície inferior aos 500 metros quadrados. Não é a única limitação que se elimina do plano de urbanismo. Também se suprime a obrigatoriedade do encerramento das parcelas e se flexibiliza o estacionamento de veículos.

A modificação do plano se emitiu parecer ontem na comissão de Urbanismo. É após a elaboração do documento o primeiro passo que se dá para que a mudança seja efetivo, algo que provavelmente acontecerá durante 2018, que seja antes ou depois dependerá das alegações e relatórios sectoriais que se apresentem durante a exposição pública do documento. Antes de Páscoa poderia abrir-se o procedimento de informação pública.

O presidente da comissão, o vereador de Urbanismo Valentín Pacheco, recordou ontem que a modificação parte duma recomendação realizada por parte de {Apilca}, a associação empresarial de Capellanías. Pacheco fez finca-pé no principal mudança que se realiza, a redução da superfície útil mínima que se permite para o desenvolvimento duma atividade.

O plano geral de urbanismo estabelece que nas parcelas que são para um uso industrial a superfície útil mínima para o desenvolvimento duma atividade não pode ser inferior aos 500 metros quadrados medidos em ocupação de rés-do-chão. O plano está pensado com esta ordenação para medianas e grandes empresas quando a realidade na cidade é outra.

«Las empresas perguntam por naves de 200, 300 ou 400 metros quadrados e no entanto o único que há disponível é de 500 metros até em cima», comentou ontem Francisco González, gerente de {Apilca}, coletivo do qual partiu a proposta de mudança da regulamento urbanístico.

Quando a modificação que se está tramitando entre em vigor se poderão permitir atividades que ocupem uma superfície mínima de 200 metros quadrados.

O que se está favorecendo com esta mudança é que pequenas empresas possam instalar-se em Capellanías e o aparecimento de mais parques empresariais, como os que têm ido surgindo nos últimos anos no polígono, só/sozinho que com naves com superfície mínima de 500 metros quadrados.

«Se cobre a procura das pequenas empresas que atualmente, embora seja triste dizê-lo, é o que se está demandando e é a necessidade que há na cidade», acrescentou o gerente da associação empresarial.

EMPRESAS / Capellanías é o polígono empresarial maior que há na cidade e também o de maior tamanho da província, segundo dados da associação. Há 280 empresas instaladas, com perto de 400 naves, das que 95 encontram-se desocupadas.

González explicou que atualmente quase a totalidade do polígono está construído e que só/sozinho ficam livres cinco parcelas. A aplicação da modificação do plano de urbanismo em relação ao tamanho mínimo da atividade se fará por duas vias. A primeira é a ocupação do terreno livre onde se poderão edificar parques empresariais com naves com uma superfície mínima de 200 metros quadrados. A outra via é a divisão das naves agora desocupadas em diferentes {compartimentos} de menor tamanho.

A modificação da norma urbanística também elimina a obrigação do encerramento da parcela, o que vai a permitir, apontou González, que tenha um espaço diáfano à volta de a edificação que, entre outros usos, permitirá que tenha uma maior oferta de estacionamento.