El Periódico Extremadura | Sábado, 22 de septembro de 2018

O PP alerta da crise do comércio da zona centro

Advertem de numerosos fechos de locais nas ruas mais centralizadoras. Os parques comerciais o estão «esmagando», assinalam os populares

RAÚL HABA 12/01/2018

O Partido Popular de Villanueva de la Serena informou do fecho já efetivo ou iminente de negócios na zona centro da localidade e relaciona este fenómeno com a abertura de negócios às arredores, nos parques comerciais da população.

O PP {villanovense} diz bater palmas a chegada de novas franquias à população e sobretudo à zona centro, segundo tem anunciado o presidente da Câmara Municipal Miguel Ángel Gallardo, embora atribui essas iniciativas, não ao regedor, mas em grande medida à iniciativa privada.

Os populares não podem esquecer, assinalam, «a esses comerciantes que têm tido que fechar seus negócios para sempre, depois de/após décadas de trabalho e pagamento de impostos municipais, sem que por parte deste governo socialista se faça algo para evitar a descida de suas persianas».

«Só/sozinho temos de dar-se uma volta pela rua Díaz Ambrona, Ramón e {Cajal}, rua {Lares} e inclusivamente a rua São Francisco e adjacentes para dar-se conta do fecho iminente de novas lojas, de locais vazios, da perdida de serviços públicos que tivessem servido para manter um mínimo tecido comercial; e comprovar como as aberturas destes novos parques até ao dia de hoje não têm servido para melhorar o comércio, mas para desmembrar e esmagar o comércio da zona centro», argumentam.

A ACUSAÇÃO / O Partido Popular segue/continua mantendo a sua postura de que, se bem dito cinto comercial é conveniente, não menos importante é a manutenção do tecido comercial da zona centro, «algo que este governo municipal socialista não tem sabido ou não quis sustentar», vêm a dizer.

Por outro lado, o PP critica que a descida do desemprego em 2017 seja menor que a descida do ano anterior. Sobre/em relação a o emprego gerado nos parques comerciais, os populares dizem que «é evidente que ditas superfícies geraram emprego, mas se produziu uma destruição de emprego mais importante nos diferentes negócios, sobretudo na zona de centro».

Segundo a estatística do {SEPE} esgrimida pelo PP, a data de Novembro de 2017 o sector serviço de Villanueva era o que registava mais desemprego com 1.590 pessoas, seguido/continuado da agricultura com 700 inscritos.