El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 20 de junho de 2018

O Ao-{Qazeres} se lança a «um jogo mais generoso», segundo seu treinador

{Carbajal} elogia a adaptação de {Brooque} {Williams} e a intensidade de {Laura} {Quevedo}

J. O. 12/01/2018

Entre aspas, já é oficial: o Nissan Al-Qazeres Extremadura está treinando a tope para executar um jogo mais coletivo, mais {coral}, graças às dois novidades que se produziram em sua plantel/quadro durante as últimas semanas: a contratação de {Laura} {Quevedo} e a chegada de {Brooque} {Williams} no lugar de {Alexis} {Jones}.

Seu treinador, Jacinto Carbajal, não teve {reparos} em reconhecê-lo ontem mesmo: a intenção, como se tem apontado nos dois últimos encontros frente a Campus Promete e Perfumarias Avenida, é repartir mais a bola e os tiros/lançamentos.

«O dia do Campus Promete já estivemos num basquetebol muito mais generoso, tanto/golo em defesa como no ataque. Agora temos mais capacidade para que a bola circule, embora tenhamos perdido uma ‘espingarda’. {Alexis} não necessitava muito trabalho para fazer um tiro», comentou o treinador, que, isso sim, evitou pegar-se os dedos com as comparações. «Nem o jogo de antes era nem melhor nem pior. O importante é alcançar esses 70 ou 80 pontos que nos gosta fazer», acrescentou.

Isso sim, lhe custou dissimular que está muito satisfeito com a incorporação de {Williams}. «Sua adaptação está a ser rápida. Tem experiência na Europa e sabe ao que se joga aqui, como respondem os clubes, o tipo de jogadora que há enfrente. Nos encontrámos ao alguém com vontade, muito generosa, que cada dia se solta mais. Lhe falta o ritmo competitivo e ir conhecendo às suas companheiras», analisou. Seu prognóstico é que «nos vai fazer crescer. Igual não vai a meter 25 pontos como fazia {Alexis}, mas sim 14 ou 16 e vai a facilitar muito às suas companheiras, também defendendo e no ressalto. É diferença, mas do que tinha no mercado foi o que mais nos gostou».

Também matizou/precisou que «são jogadoras diferentes, embora {Brooque} também é uma {anotadora}. Em Itália fazia 19 pontos em média, mas também tem o conceito/ponto de jogo coletivo. Uma {rookie} como {Alexis} não tinha algumas coisas interiorizadas. Toda essa adaptação, de portagem, {Brooque} já o tem assimilado».

Por último também elogiou a {Laura} {Quevedo}: «Nos ajuda muito, com {chip} de muita intensidade nos treinos. Isso contagia. Se {tienes} a alguém assim, arrasta às demais. Nos passava a passada época com {Julie} {Forster}. Também vamos a melhorar nesse nível».