El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 22 de novembro de 2017

Quatro de cada 10 espanhóis só/sozinho conta com estudos básicos

M. J. I. BARCELONA 13/09/2017

O nível educativo dos espanhóis melhorou de maneira significativa na última década, embora 4 de cada 10 adultos de entre 25 e 65 anos ainda não têm estudos mais além do regulado escolar, segundo depreende-se do último relatório/informe Panorama da Educação (em inglês, {Education} {at} a {Glance}) facto/feito público ontem pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos (OCDE). O estudo, de carácter anual, recolhe/expressa estatísticas e indicadores dos 35 estados membros do organismo internacional, ao que pertencem os países mais desenvolvidos.

O relatório/informe assinala que no período compreendido entre o 2006 e o 2016, a percentagem de população adulta que em Espanha somente tinha um título de ESO ou estudos inferiores se reduziu em quase nove pontos, passando do 50,3% ao 41,7%. Nesse mesmo período, a percentagem de adultos com estudos terciários (universidade ou FP de ciclo superior) melhorou em sete pontos, ao passar do 28,8% ao 35,7%.

Com tudo, recolhe/expressa o mesmo estudo, um de cada três espanhóis de entre 25 e 34 anos, os denominados adultos jovens, não tem nem título de ensino secundário nem de formação profissional de grau/curso universitário meio.

BAIXO/SOB/DEBAIXO DE PESO DA FP / A OCDE alerta também de que em Espanha existe um «forte rumo de género» nos estudos científicos/cientistas, tecnológicos, engenharias e matemáticas ({STEM}), onde a proporção de alunas é muito inferior à dos alunos. O salário dos professores é Espanha é no entanto superior ao salário meio do conjunto/clube de países da OCDE, tanto/golo se se compara a retribuição inicial como depois de/após 15 anos ou a retribuição máxima na escala. Nos inícios da corrida/curso docência, os professores espanhóis de primária têm um salário um 22% superior à média/meia da OCDE, e a diferença é ainda maior em ensino secundário.