El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 23 de outubro de 2017

Os trabalhadores do transporte sanitário protestam em Mérida

Insistem em que a oferta andaluza «não é viável» e que o serviço piorará. {Vergeles} chama à «acalma» porque os 842 trabalhadores vão ser sub-rogados

R. E. region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA 19/06/2017

Mais de 200 trabalhadores do transporte sanitário se concentraram ontem face à residência do presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara, para exigir à Junta «um plano de viabilidade» após a adjudicação deste serviço à empresa andaluza Ambulâncias Don juan.

Constituídos na Plataforma de Trabalhadores de Ambulâncias da Extremadura em defesa do Sector ({Teads}), protagonizaram um sonoro assobio face à casa de Fernández Vara em Mérida, chegando mesmo a colapsar nalgum momento o trânsito da avenida José Fernández López da capital autonómica. «Mais com menos: não nos o acreditamos» ou «nem mentiras nem promessas incumpridas» foram algumas das suas ordens.

O porta-voz do coletivo, Rubén Serradilla, insistiu em que a oferta da companhia andaluza «não é viável» e assegurou que tanto/golo suas condições laborais como a qualidade do serviço que recebem os usuários vão a piorar. «Se são 25 milhões e as ordenados só/sozinho custam 29, ¿como vão a pagar-nos e manter o serviço?», se perguntou. Assim, assinalou que a nova empresa «vai a tentar fazer de qualquer maneira contratos lixo» aos condutores e «despedir à pessoas mais antigas».

Segundo Serradilla, o 90 % dos condutores estão «totalmente indignados» com a Junta de Extremadura e o próprio titular de Saúde e Políticas Sociais, José María Vergeles, cujas palavras não lhes tranquilizam.

Precisamente ao fio da protesto, o conselheiro fez ontem «um apelo à acalma» e reiterou que os folhas do contrato se cumprirão «a regra» tanto/golo na parte técnica como na social. «Os 842 condutores e técnicos de transporte sanitário serão diretamente sub-rogados», assegurou Vergeles, que recordou que o novo contrato suporá um aumento do número de ambulâncias.