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O volume de água no Guadiana compromete a campanha de rega

Há um 13% menos que outros anos e não disporão do dê extraordinário habitual. No Tejo prevê-se uma campanha normal/simples, embora dão por certo que se adiantará

 

Uma mulher realiza tarefas agrícolas na campanha da fruta. - EL PERIÓDICO

R. CANTERO region@extremdura.elperiodico.com CÁCERES
13/03/2020

A situação dos albufeiras de rega da bacia do Guadiana não garante que neste ano a campanha se possa ser feito com normalidade. A bacia encontra-se ao 41,3% de sua capacidade, com 3.8185 hectómetros cúbicos represados (1.200 menos que no passado ano) que não serão suficientes para acometer uma campanha ordinária de rega, menos ainda se se mantém o alta das temperaturas dos últimos dias, se se repete um episódio similar ou se não se produzem precipitações antes do 15 de Abril, quando deveria iniciar/dar início's o rega. A previsão hoje em dia na comunidade de regantes de Orellana / Orelhana, a mais importante desta bacia e a maior da região, é que terá que começar a regar muito antes de o previsto e que terá que introduzir medidas de «uso responsável» e de poupança de água.

«Terá que apresentar-se reduzir regas, ser feito algum corte na campanha e ser muito severos com as {escorrentías}», afirma José Vicente Ruiz, integrante dos regantes de Orellana / Orelhana. É a maior das quatro comunidades que integram a rede de usuários deste canal, que aglutina obrigada/obrigado a uns 6.000 agricultores e pecuários e 60.000 hectares de cultivos: há uns 20.000 de arroz, para além de milho, tomate industrial, de frutos, oliveira, amêndoa ou pradaria .

A organização UPA-{UCE} tem alertado também deste novo episódio de seca, que supõe uma difícil situação para os cultivos de cereais de inverno e para a ganadaria, que já teve uma campanha complicada no passado ano pela falta de precipitações. Tem solicitado uma reunião com a Confederação Hidrográfica do Guadiana para conhecer a planificação que se está levando a cabo e os processos que se prevêem para o caso de que se mantenha a situação. «Se tudo segue/continua como até agora, com altas temperaturas e seca, os agricultores se verão obrigados a começar antes a regar seus cultivos», assinala Ignacio Huertas, secretário-geral de UPA- {UCE}.

normalidade no corte / A situação é diferente no caso da bacia do Tejo, onde não se esperam problemas de rega neste ano embora sim se dá por facto/feito que terá que adiantar-se o início do rega. As existências acumuladas som superiores às cifras de há um ano: estão ao 55,1% de sua capacidade, com 6.052 hectómetros cúbicos. Na mesma semana de 2019 tinha 5.710 hectómetros de água represada. «As reservas atuais som suficientes para a campanha, mas nos preocupa se será necessário adiantar o rega neste ano», diz Juan José Sánchez, da comunidade de regantes do Alagón, que aglutina mais de 2.400 explorações e umas 15.000 hectares, principalmente de pastos. A campanha se desenvolve entre o 1 de Abril e o 30 de setembro, embora não se descarte que tenha que iniciar/dar início's já o rega em Março. «Seria conveniente que chovesse com normalidade durante a primavera, em todo o caso, para não depender do rega e esticar a concessão», aponta.