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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de julho de 2018

Via livre para redigir o projeto de obra do regadio em Terra de Lamas

O olival terá neste ano 2 milhões em ajudas para sua modernização. A Junta destina 1,7 milhões para sua redação e deve estar facto/feito num ano

P. C.
16/05/2018

 

Último passo antes de iniciar/dar início as obras. O Conselho de Governo deu ontem luz verde à licitação da redação do projeto para a transformação em regadio de 15.000 hectares em doze municípios de Terra de Lamas. O montante dessa licitação é de 1.750.000 euros e o prazo para redigir o projeto é de doze meses, segundo explicou ontem a conselheira de Ambiente e Rural, Políticas Agrárias e Território, Begoña García Bernal.

Após o não do Ministério de Agricultura ao não estar de acordo com o projeto, a conselheira enfatizou ontem que o projeto «vai ser uma realidade sim ou sim porque essa é a vontade dos regantes e a vontade da Junta de Extremadura», e está convencida de que para levá-lo adiante se possa contar com «todas as administrações». Embora o Executivo regional, insistiu, não quis esperar e por isso decidiu tirar a licitação a redação do projeto de obras.

Segundo García Bernal, o regadio é «uma das políticas estratégicas mais importantes da Junta de Extremadura» e, para fazer-se uma ideia da magnitude desta iniciativa em Terra de Lamas, recordou que o projeto básico já contemplava um orçamento de 195 milhões de euros, e que só/sozinho para a redação do mesmo se têm aprovado 1.750.000 euros.

Em relação a isto, assegurou que quando chegou o Governo de Fernández Vara em 2015 “não tinha orçamento, a água não chegava à parcela, não tinha nada; não é que não se tivesse facto/feito, é que se tinha enganado aos regantes de Terra de Lamas», por parte do anterior Executivo popular de José Antonio Monago.

O MINISTÉRIO NEGA-O // Neste sentido, temos de {recordar} que a ministra de Agricultura, Isabel García Tejerina, indicou a este jornal faz uma semana que este projeto se gerou na legislatura de Monago como prioritário; mas o Executivo de Fernández Vara «deixou de tê-lo como prioritário e pediu ao ministério que participasse, mas não nos deixaram participar nem em sua definição nem em sua análise porque nos apresentaram um projeto facto/feito; e nunca se disse à Junta que não fôssemos a participar, mas nos surpreendeu que nos convidassem a participar em algo que se nos apresenta como ‘são lentilhas’ e, no entender de os técnicos, sem o rigor treinador e económico que requeria».

VILLANUEVA DO {FRESNO} // Por outro lado, o Conselho de Governo autorizou a assinatura de um convénio de colaboração com a Câmara Municipal de Villanueva del Fresno para o desenvolvimento e execução das atuações necessárias para a transformação em regadio de 260 hectares da quinta {comunal} da localidade. O contributo da Conselheria se cifra em 2.335.335 euros, enquanto a da Câmara Municipal será de 1.745.918 euros.

A conselheira valorizou como «muito importantes» estas duas medidas adotadas em matéria de regadios, para a geração de emprego e riqueza, e para a fixação da população ao território.

Também, o Executivo extremenho aprovou ontem uma verba/partida de 2.050.000 euros para a modernização do olival, com um subsídio máxima do 50% sobre/em relação a o investimento realizada. Além disso, acordou destinar 528.000 euros para encarregar à empresa pública {Tragsa} trabalhos em matéria de prevenção de incêndios.

À margem de estes acordos em matéria agrária, o Executivo extremenho aprovou ontem a autorização para a convocatória de ajudas para as {Mancomunidades} Integrais de Municípios, com um orçamento de 2.590.332 euros.

E todos esses anúncios se fizeram já em conferência de imprensa com um novo serviço de interpretação em linguagem de signos, habitual a partir de agora.

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