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A venda de maços de tabaco cresce pela primeira vez em 10 anos

O sector o desliga de um aumento do consumo e o atribui a mais «compra legal» pela melhoria económica . Os extremenhos compraram 53,4 milhões de unidades: são 150.000 mais que em 2018 e um aumento do 0,3%

 

R.CANTERO
23/02/2020

Os extremenhos compraram no passado ano mais de 53,4 milhões de maços de tabaco, no que supõe o primeiro aumento das vendas numa década que no sector atribuem mais a ao controlo exercidos sobre/em relação a o tabaco ilícito e o de contrabando, e à melhoria da economia, que a um incremento do consumo ou da cifra de fumadores na região. O volume que dá pé a esse incremento não é muito acusado/arguido (o incremento é do 0,3%, umas 150.000 maços mais que no 2018) e esta abaixo da média/meia nacional (+0,53%) à que levanta o forte incremento que se produziu noutras regiões como Andaluzia. Em todo o caso, o dado quebra a tendência {decreciente} que se tinha iniciado no ano 2008 em todo o país. No caso da Extremadura, esse ano se registou além disso o pico máximo na venda de maços (110,9 milhões), mais do dobro das que saem atualmente dos tabacarias.

Sobe a venda de maços de tabaco e se mantém também em alta a venda no caso do tabaco de {picadura}, o que se usa para fazer os cigarros ‘de enrolar’ (o incremento é de um 1,5%, em linha com os últimos anos) e também a {picadura} para cachimbos, {mientas} que baixa a venda do que denominam cigarros (os puros) que têm tido um comportamento {decreciente} nos últimos anos, também por mudanças em hábitos de consumo: face às 83 milhões de unidades que se venderam no ano 2013, a estatística do ano passado diminui essa cifra um 30% até os 58,4 milhões, segundo os valores do Comissionado para o Mercado de Tabacos.

LEGAL/«O que se tem incrementado é a taxa de consumo legal de tabaco», assegura Jorge Sánchez, que dirige um tabacaria em Cáceres na centralizadora praça/vaga de Colón e apela a mudanças na regulamento (como o controlo de rastreabilidade que se tem incorporado a todos as maços de tabaco e que permite conhecer desde/a partir de a procedência da folha de tabaco até de venda do produto final) e aos golpes policiais contra o contrabando e o tabaco ilícito dos últimos anos para justificar esse aumento.

Em termos económicos, os extremenhos destinaram no passado ano 11,8 {billones} de euros a comprar tabaco, principalmente no formato de maços (10,2 milhões do total), o que supõe um aumento do 0,9% em relação ao ano anterior (11,7 {billones}).

A METADE/ «Não se deve, em nenhum caso, a que tenha mais fumadores porque, de facto, se se comparam estas cifras com o que se vendia faz dez anos, agora se vende a metade», afirma Rocío Ingelmo, diretora de Assuntos Corporativos e Legais de Altadis. «O que passou em 2019 é que já se notam os efeitos de que temos saído da crise. O tabaco estende a {correlacionarse} muito bem com o comportamento do preço e a rendimento e isso supõe que as pessoas que consumia tabaco de contrabando porque custava menos, ao melhorar sua economia, voltou a comprar o tabaco no tabacaria. Mas em nenhum caso após esse incremento há um aumento do consumo», argumenta. Ingelmo faz referência às operações policiais que se têm ido dando a conhecer nos últimos anos contra o tabaco ilícito ou de contrabando e recorda os estudos de Pacotes Vazios de Altadis que corroboram o peso que «os níveis de consumo de tabaco de contrabando têm ido descendo nos últimos anos», sustenta.