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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

A venda de habitações consegue crescer um 22% na região desde 2014

No sector confiam em que o incremento se impulsione com novas promoções. Se compraram 4.043 apartamentos, a maioria em segunda mão, no primeiro semestre

R.S.R.
12/09/2017

 

Já se vêem dois ou três gruas na cidade e há mais projetos que irão saindo à luz neste ano. Depois de/após um longo/comprido e complicado período de crise, já nos toca. Obviamente isto não é nem Madrid, nem Barcelona nem uma zona de costa. Aqui a onda sempre chega mais tarde, mas os dados de venda serão bastante positivos, em comparação com o que tinha, quando acabe 2017», manifesta Juan Díaz, gerente de {Extrecasa}, uma imobiliária com sede em Badajoz. «O que se move sobretudo é a habitação usada, ou bem entre particulares ou bem apartamentos de particulares que ficou o banco e estão no mercado. O que já quase se têm acabado são os blocos que pertenciam a promotoras e terminaram em mãos das entidades bancárias», aponta Ángel Martín, da imobiliária cacerenha {TuKasa}. Ambos profissionais do sector coincidem em mostrar otimismo e confiança em que o mercado continuará melhorando a curto e longo/comprido prazo.

Os últimos dados do Instituto/liceu Nacional de Estatística (INE), que analisam a compra e venda de imóveis por meses, falam, outra vez, em positivo da Extremadura (os resultados são igualmente de progressão a nível nacional). Deste modo, no primeiro semestre deste ano teve 4.043 operações na região, o que significa 900 mais que no mesmo período de 2014 (quando se registaram 3.143). Isto implica um crescimento do mercado imobiliário de 22% nos últimos três anos. Ou o que é o mesmo, uma porta aberta ao {reflote} de um negócio que subiu como a espuma (embora caiu com a mesma velocidade).

São os apartamentos em segunda mão (mais do 90% do total) e livres os que movem atualmente o negócio na Extremadura, embora desde as agências imobiliárias aspiram a que antes de que acabe o ano se note igualmente um aumento nos blocos de nova construção. «Continua a crescer, aos poucos, o perfil de cliente que quer apostar em investir em habitação e adquire uma para depois pô-la em aluguer», sublinha Ángel Martín.

OS PREÇOS / Quanto à forquilha de preços que se oferecem atualmente, Juan Díaz explica desde Badajoz: «Como sempre depende da zona, porque um apartamento em segunda mão de três quartos pode custar 150.000 euros num bairro da cidade ou 70.000 noutro. Essa é uma variável que não muda nunca».

Neste sentido, a estatística do Ministério de Fomento reflete que o custo dos apartamentos livres na comunidade se situa já em preços similares ao início da bolha do imobiliário.

Deste modo, o valor do metro quadrado o primeiro trimestre deste 2017 foi de 864,6 euros em média (em Badajoz, 877,1 {€}; em Cáceres, 840,4 {€}), uma cifra semelhante a a de 2005.

Esta cifra significa um 16% menos que quando se alcançou o ponto máximo, que foi a princípios de 2008 com um custo meio de 1.027 euros o metro quadrado. Mas o dado também supõe que neste ano os apartamentos livres custam um 15% mais que em 2004, justo antes de que {comenzara} o grande negócio.

Perante a análise de estatísticas e a experiência do dia-a-dia, os profissionais do sector não perdem o {estusiasmo} de que pelo menos o pior já passou.

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