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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 18 de janeiro de 2018

Vara apoia o imposto à banca proposto por Pedro Sánchez


11/01/2018

 

«Parece lógico que as entidades financeiras, que em seu dia foram resgatadas, dêem agora uma parte dos benefícios que têm». Foram as palavras ontem do secretário-geral do PSOE da Extremadura, Guillermo Fernández Vara, em apoio à proposta do líder socialista nacional, Pedro Sánchez, de criar um imposto à banca para custear o sistema de pensões. «O país fez um esforço enorme na altura própria para salvar a estas entidades, as quais agora apresentam contas de resultados com importantes benefícios, pelo que podem dar uma parte dos mesmos para tentar ajudar a compensar a realidade do sistema de pensões», insistiu Vara. E enfatizou: «Até que não aumente o número de {cotizantes}, há um desfasamento entre o que se ingressa e o que se gasta em pensões».

Assegurou Vara que o seu partido, «dado que parece que não está governando ninguém, tem posto em cima da mesa propostas de acordo muito vinculadas aos problemas reais que tem a sociedade e com soluções concretas».

Quanto à reivindicação de Podemos de que a proposição do imposto à banca é algo que eles levam reclamando desde 2016, Vara comentou que a resposta da formação {morada} «faz parte do guião». «Estão numa situação complicada porque quando um não encontra muito bem o espaço, dúvida como tentar fazer-se com seu lugar».

O Pacto de Toledo / Por seu lado, o sindicato UGT Extremadura quis sublinhar ontem que é necessário convocar o Pacto de Toledo para «pôr solução às deficiências do sistema de pensões». E considerou «fundamentais» questões como «que se derrogue a reforma de 2013 e que se erradique o défice da Segurança Social». «É {irrisorio} que se siga/continue mantendo, porque estabeleceu uma revalorização anual do 0,25%, o que significa que os pensionistas do nosso país voltarão a perder de novo poder/conseguir aquisitivo». REDAÇÃO

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