Menú

El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Vara afirma que repetir os exames parece «a única saída» ao acontecido

O presidente da Junta reconhece que esta decisão não gosta de «a ninguém» . Os estudantes pedem uma solução alternativa e se reunirão amanhã com o reitor

REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
10/06/2018

 

O presidente da Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara, manifestou ontem que a repetição das provas da Avaliação de Ensino secundário e Acesso à Universidade ({EBAU}), cujos exames se viram comprometidos, parece «a única saída» possível ao acontecido, se bem reconhece que é uma decisão que não gosta de «a ninguém». Vara volta a referir-se a este assunto, a perguntas dos jornalistas num ato em Badajoz, e insiste em que é necessário «depurar responsabilidades» pela filtração dos exames, bem como investigar o sucedido e facilitar o deslocação aos alunos que necessitem fazê-lo na terça-feira para repetir as provas.

Desta forma, e após «lamentar profundamente» o sucedido, Vara afirma que espera que a Universidad de Extremadura (UEx), encarregada do desenvolvimento das provas, «o resolva da melhor maneira possível». Além disso, o presidente extremenho mostra-se «seguro» de que «se saberá toda a verdade» e «o quanto antes, melhor».

Desde a Coordenadora Estudantil de Badajoz mantêm a sua postura de não voltar a fazer o exame e reclamam uma «solução alternativa», se bem «diante da injusta negação dos responsáveis e o quase seguro desenlace» de que finalmente se repetirá a prova, reclamam que de forma optativa se possam repetir os exames das cadeiras de quinta-feira devido a que houve estudantes que «ao terle saído bem as de quarta-feira não fez as de quinta-feira». A coordenadora estudantil anunciou ontem num comunicado que amanhã manterão uma reunião junto a representantes universitários com o reitor, Segundo Píriz, na qual lhe transferirão todas as procura.

as procuras // Entre as petições/pedidos, a coordenadora reclama que a universidade pague «todas as despesas de deslocação» aos estudantes que se deslocam desde outras localidades, a devolução de taxas a todos os alunos como «compensação pelo dano causado»; que perante «ocasiões excecionais, tenham um trato excecional»; e que o reitor «peça perdão de maneira clara e sem rodeios por parte do reitor e todos os responsáveis aos estudantes pelo dano causado».

Nesta linha, a coordenadora pede que «não incomodem aos estudantes em metade do exame passando lista e que comecem com pontualidade»; e que as notas da {EBAU} se sigam/continuem publicando o dia 15 e não o 16 para ter igualdade de oportunidades.

O porta-voz da UEx, Agustín Vivas, em {declaracines} a ABC, {afirmóq} que «terá que depurar responsabilidades se é que há alguém da universidade que tem cometido um erro, mas em nenhum caso estamos escorrendo o inchação. Há uma informação reservada e se está investigando». Segundo explica Vivas, os exames estavam num arquivo pendente de ser publicado, «em aras da transparência», uma vez que os estudantes os tivessem realizado. No seu entender, isto fez que fossem «facilmente acessíveis e vulneráveis». Agora, assegura, corresponde ver «como se acedeu ilegalmente a esses arquivos».

Cabe {recordar} que a UEx repetirá na próxima terça-feira a {EBAU} correspondente a dois blocos temáticos depois de/após detetar 14 «acessos não autorizados» a sua web que poderia ter afetado à confidencialidade das provas.

As notícias mais...