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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 21 de junho de 2018

UPA-{UCE} denúncia «{ruinosos} preços» na campanha da cereja

A recolhida se tem atrasado um mês neste ano pelas baixas temperaturas. «Se pedem 3,75 {€} pelo quilo no mercado e ao agricultor se lhe paga a 0,20», asseguram

REDACCIÓN
09/06/2018

 

La organização agrária UPA-{UCE} denunciou ontem a «complicada situação» que atravessam os {cultivadores} de cereja do Valle del Jerte perante os preços «{ruinosos}» de seu produto no mercado, apesar de que a qualidade deste ano «é muito boa».

La colheita da cereja no Jerte, que se tem atrasado um mês, começou faz duas semanas no norte cacerenho, onde atualmente se recolhe/expressa a variedade {Burlat}.

Neste sentido, a organização mostra seu «preocupação pela situação de mercado que estão tendo as variedades mais precoces». «Nos {encontramos} com uns preços que não cobrem nem nem sequer os custos de produção. Falamos de umas cifras que rondam os 0,10 e 0,20 euros/quilo para a cereja do calibre 22 (que não pagariam as despesas de colheita), enquanto se multiplica por 18 vezes o preço que a distribuição recebe ao consumidor», se lamentam, informa EFE.

O secretário-geral de UPA-{UCE}, Ignacio Huertas, detalhou que «se pedem 3,75 euros/quilo no mercado enquanto ao agricultor se lhe paga a 0,20 euros/quilo», uma situação que, acrescentou, «agrava-se pela exigência de calibres muito altos».

O problema do CALIBRE / Huertas sublinhou que a adversa climatologia tem beneficiado a produção de um fruto de qualidade mas tem diminuído os calibres, portanto, os {cereceros} «encontram-se agora com que não podem comercializar uma boa parte de suas produções porque não se lhes dá entrada no mercado», apontou.

«Este panorama está enchendo de inquietude e preocupação ao sector porque, uma vez mais, vê como a grande distribuição manipula o mercado e baixa os preços artificialmente aos agricultores», assegurou.

De igual forma, recordou que existe uma diminuição importante no conjunto/clube da produção de fruta, não só/sozinho na Extremadura, mas também a nível nacional e europeu, «pelo que a lógica seria que os preços subissem». «Apesar de que as expectativas para as seguintes variedades parecem mais positivas, acreditamos que é necessário atuar já que estamos no início de campanha e os {cereceros} se enfrentam a graves perdas», lamentou Huertas.

QUEIXAS AO MINISTÉRIO / Por tudo isso, a organização agrária UPA-{UCE} transferirá na sectorial de fruta e hortaliças, que celebrará o Ministério de Agricultura o dia 14 em Madrid, a «grave situação que atravessam os {cereceros} do Jerte».

Além disso, exigirá a posta em marcha de medidas contra a manipulação do mercado, «com a intenção de evitar que a distribuição siga/continue roubando dinheiro a nossos agricultores».

Na mesma linha, pedirão uma reunião à Conselheria de Agricultura «para que tome consciencializa desta situação e valorize que tipo de medidas se podem dar início».

Desde UPA-{UCE} Extremadura insistem em que, com semelhantes «preços {ruinosos}» no mercado, os {cultivadores} do Valle del Jerte se enfrentam a uma complicada situação.

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