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El Periódico Extremadura | Sábado, 19 de agosto de 2017

Uma dívida média/meia de 2.850 euros


19/06/2017

 

Embora parece que a situação económica melhoria, o certo é que os atrasos nos pagamentos de alugueres não têm desempregado/parado de crescer na Extremadura desde o 2007 e só/sozinho no último ano se têm incrementado quase um 10%, dois pontos acima da média nacional. Assim o reflete o Ficheiro de Inquilinos Morosos (FMI) de 2016, que cifra em 2.850,42 euros a dívida média/meia por arrendatário moroso. Tendo em conta que o montante meio do aluguer ronda na região os 360 euros, os atrasos nos pagamentos alcançam quase os oito meses em média.

As dívidas são, junto ao estado de conservação da habitação, o principal medo dos proprietários na hora de alugar um apartamento e neste contexto, são cada vez mais os que decidem ir aos tribunais/réus/julgados para reclamar as quantidades/quantias pendentes e recuperar a casa.

Um procedimento que desde a reforma da Lei de Arrendamentos Urbanos no ano 2013 resulta mais ágil e rápido. O {arrendador} pode iniciar/dar início o procedimento de despejo por falta de pagamento no momento em que tenha um mês de atraso no pagamento, mas é recomendável esgotar antes a via extrajudicial. Assim, se aconselha enviar antes de apresentar a denúncia um {burofax} ao inquilino e dar-lhe um prazo de 30 dias que pague os atrasos. Uma vez decorrido esse prazo o adubo/prestação/pagamento das mensalidades vencedoras já não tem efeito {liberatorio}, de forma que mesmo embora se paguem, o procedimento continuará até ao efetivo evacuação do arrendatário, para o que tem de celebrar-se um julgamento rápido.

Com a reforma da lei também se apresentou a criação de um registo com sentenças firmes por faltas de pagamento de rendimento de aluguer, para que os proprietários possam determinar se um inquilino foi condenado por não pagar seus rendimentos nos últimos seis anos.

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