Menú

El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

Uma centena de pecuários exige medidas contra a tuberculose

Solicitam que se ponha em marcha o acordado na Assembleia. A União convocou o protesto, à que foram responsáveis do PP e de Podemos

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
07/09/2017

 

Quase uma centena de pecuários se manifestaram ontem às portas da Presidência da Junta de Extremadura para exigir a posta em marcha das medidas aprovadas na Assembleia para lutar contra a tuberculose bovina.

A manifestação, que acabou às portas da Assembleia, estava convocada pela organização agrária A União Extremadura, e contou com a presença de representantes do PP e Podemos, formações com as que posteriormente reuniram-se, informa EFE. O secretário treinador de A União, Luis Cortés, afirmou que se tem optado por procurar o apoio dos partidos porque o presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara, «não faz caso aos pecuários, nem responde ao requerimento que se lhe fez».

Entre as medidas propostas, destacou uma indemnização aos pecuários pelas perdas reais que têm, um saneamento da cabana cinegética «se é a que realmente está infetando» e dotar aos pecuários do direito ao contraanálise, porque «não se pode matar vacas e que o resultado posterior afirme que estava sara». Neste sentido, {arguyó} que, segundo as cifras da Junta, no ano 2015, o 98,7% dos animais sacrifícados estavam sãos e «só/sozinho o 1,3% foram confiscados».

2.000 EXPLORAÇÕES / Também, disse que na região existem uma 15.000 explorações de bovino e caprino, das que em torno de 2.000 estão infetadas (12,9%). O resto não o estão mas, «a qualquer momento» se podem infetar, porque durante o ano 2016 a prevalência subiu um 0,73%, segundo os dados da conselheria, apontou.

Por uma vaca ou uma cabra sacrifícada por positivo em tuberculose bovina se paga «menos da metade» de seu montante, o que supõe uma perda de «em torno de 800 euros por vaca e 120 por cabra sacrifícada», anotou. Além disso, quando uma exploração dá positivo, o pecuário se vê obrigado a vender seus vitelos a «certos matadouros que pagam a metade» e imobilizam a exploração, o que provoca um «aumento exponencial de despesa em comida/almoço e água».

Por seu lado, o deputado popular Francisco Ramírez criticou que a única solução que «se lhe ocurreu» à Junta seja matar a todas as vacas e a todas as cabras, um facto/feito que «está arruinando a milhares de famílias».

Por último, a presidenta do Grupo Parlamentar de Podemos na Assembleia, {Irene} de Miguel, denunciou que as políticas que esta desenvolvendo a Junta são «nefastas e só/sozinho levam à expulsão de mais pessoas do mundo rural e a que os pecuários se encontrem numa crise». Assim, disse não entender porque é que as medidas «se aplicam com tanta crueza sobre/em relação a os pecuários e não sobre/em relação a o sector cinegético».

As notícias mais...