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El Periódico Extremadura | Domingo, 17 de novembro de 2019

Uma casa de apostas no bolso

O conselheiro de Saúde recorda que os telemóveis atuais permitem fazer tudo tipo de apostas e que o jogo online é uma «nova forma de dependencia» que a sociedade tem que combater

REDACCIÓN
08/11/2019

 

Os jogos online estão a nosso alcance e, mesmo, do dos menores de idade, através dos telemóveis que levamos no bolso de maneira continua. Por isso o vice-presidente segundo e conselheiro de Saúde e Serviços Sociais, José María Vergeles, destacou a importância de combater o jogo online como uma «nova forma de dependencia» que, segundo tem indicado, supõe na atualidade uma situação «absolutamente preocupante» com os telemóveis.

Assim, sobre/em relação a as dependencias sem substâncias, tem defendido que temos de fazer «muito finca-pé» porque cada pessoa leva em seu bolso «uma casa de apostas», e tem indicado que o que as estatísticas apontam verdadeiramente em matéria {adictiva} é o jogo online como nova forma de dependencia que temos de «combater».

«Respeito aos que protestam porque as casas de apostas se ponham aqui ou ali, porque estejam mais ou menos distribuídas ao longo/comprido do território, mas verdadeiramente o que nos está saindo nas estatísticas é o jogo online, que nos telemóveis é uma situação absolutamente preocupada e uma nova forma de dependencia que temos que combater», tem indicado em Mérida na apresentação das Jornadas Autonómicas ‘Condutas {Adictivas}: alargando estratégias’, informa Europa Press.

Também, tem incidido em que temos de pôr «muita ênfase» para previr as consequências do tabagismo. E tem indicado que segundo uma sondagem, na Extremadura «o principal problema» em matéria {adictiva} existente é o tabagismo, com um 40,8 por cento de consumo diário/jornal; seguido/continuado do álcool, com um 19,2 de consumo diário/jornal da população de 15 a 64 anos; em terceiro lugar os tranquilizantes, com um consumo diário/jornal de à volta de um 6,9 por cento; e por último o canábis, com um 2,1 por cento.

O resto de substâncias ilegais se situam por volta de do 0,7 por cento no consumo diário/jornal na região, acrescentou o conselheiro de Saúde.

Quanto ao tabaco, citou também que há novas formas de consumir nicotina, como é o tabaco por aquecimento, as {cachimbas} ou o cigarro eletrónico, onde «se necessita uma profunda reflexão, ter evidências cientistas para saber como abordar o que verdadeiramente se deixe de fumar».

«Porque o que temos que tentar as autoridades sanitárias é que a população tenha os menos riscos possíveis em relação a tudo o que tem a ver com o consumo de tabaco», tem apontado Vergeles.

Finalmente, nas jornadas também tem indicado que se estão abordando questões como a perspectiva de género no abordagem das dependencias, toda vez que «por exemplo a utilização dos tranquilizantes ou o abuso ou consumo diário/jornal dos tranquilizantes é maior em mulheres que em homens» e «as dependencias costumam estar mais ocultas nas mulheres que nos homens, que costumam declará-las antes».

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