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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 21 de junho de 2018

Um de cada dez lares aguentaria menos de um mês sem seu principal rendimento

A cifra está abaixo da nacional, onde a proporção de lares vulneráveis é de 15%. Não poderiam passar desse tempo sem pedir emprestado ou mudar de casa se perdem sua fonte de rendimentos

REDACCIÓN
11/06/2018

 

«Se deixassem de receber/acolher neste momento a principal fonte de rendimentos de seu lar, ¿durante quanto tempo poderia fazer frente a suas despesas correntes sem ter que pedir emprestado ou mudar de casa?». A esta pergunta, incluída na Sondagem de Competências Financeiras ({ECF}) do Banco de Espanha, um 4% dos inquiridos na Extremadura responde que não chegaria a uma semana e outro 5% que seu colchão financeiro lhes alcançaria só/sozinho para entre oito dias e um mês. É aí, no mês, onde normalmente se situa a fasquia na hora de estabelecer que lares são vulneráveis economicamente, precisa o relatório/informe do supervisor, já que esta é a frequência mais habitual com a que se pagam salários e ajudas públicas.

Noutro 12% de lares extremenhos se assegura que poderiam enfrentar as despesas correntes —nos que fica incluído também o pagamento de empréstimos— ao longo/comprido de entre um e três meses em caso de não contar com sua via de rendimento fundamental. É a mesma proporção que aqueles que consideram que o fariam de um trimestre a meio ano. Por último, quase dois terceiras partes, um 64%, superaria os seis meses.

A vulnerabilidade é consideravelmente mais elevada entre aqueles que residem em lares com rendimentos mais baixas. Com dados nacionais, entre aqueles onde não se superam os 14.500 euros anuais chega a ser de 30%, por só/sozinho de 2% entre aqueles que têm rendimentos superiores a 44.500 euros.

MELHOR QUE A MÉDIA / A proporção extremenha de lares vulneráveis é inferior à média/meia espanhola, que se situa no 15%. Só/sozinho é pior que a do País Basco (8%), e está ao mesmo nível que as de Aragão, Cantabria e Castela e Leão. Pelo contrário, em Andaluzia é de 25% e em Canárias de 23%.

Na hora de explicar estas diferenças, a sondagem do Banco de Espanha, elaborada com dados de 2016 mas dada a conhecer em finais de Maio passado, unicamente aponta que é preciso ter em conta a diferente incidência que tem em cada região o desemprego e a rotação laboral. Isto, junto à elevada proporção de lares com rendimentos baixos que há na região, fariam em princípio mais previsto que a situação fosse pior na Extremadura que no resto de Espanha.

O facto/feito de que não seja assim se calhar {quedé} explicado, pelo menos em parte, noutro dos afastados da sondagem do Banco de Espanha, o que se ocupa de quantos lares têm tido despesas acima dos rendimentos no último ano. Na Extremadura isso acontece num 23% dos casos, cinco pontos abaixo da média/meia. Mas além disso, interrogados sobre/em relação a que é o que fizeram estes lares a última vez que tiveram ‘défice em suas contas’, unicamente um 7% diz ter recorrido a um crédito com garantia real ou a um cartão de crédito e um 4% a um empréstimo pessoal (incluídos os {empeños}). Em ambos casos são os segundos dados mais baixos do país. Com um 12%, também não se alcança a média nacional tanto/golo no uso não autorizado de descoberto e em adiar pagamentos como nos créditos informais (pedidos à família ou amigos), com um 29%. Pelo contrário, se supera no que corresponde a aqueles que saíram do passo atirando de suas poupanças, com um 58% (ao ser uma pergunta com resposta {múltiple} os diferentes modos de financiar-se podem superar o 100%).

OS QUE POUPAM / Por outro lado, algo mais da metade dos extremenhos (um 55%) assegura ter poupado no último ano (61% de respostas afirmativas em Espanha). O modo de poupança mais frequentadora, mencionado pelo 63% de aqueles que poupam, consiste em acumular fundos numa conta à ordem, embora surpreende o importante percentagem de indivíduos que o faz fuera do sistema financeiro, com um 37% da população que poupa em metálico (um 38% em todo o país). «Em diferente medida, este modo de poupança se observa em praticamente todos os grupos de idade, educação ou rendimento, alcançando o 53% entre os desempregados ou inativos», se precisa.

Também, um 12% de extremenhos deposita seu dinheiro em contas de poupança, enquanto um 8% menciona ter contribuído a seu plano de pensões nos últimos doze meses e um 4% a um fundo de pensão, em todos os casos abaixo da média/meia espanhola.

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