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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 22 de junho de 2018

UGT deteta ameaças a trabalhadores para renunciar ao contrato fixo {discontinuo}

O sindicato pediu uma reunião urgentíssima com Inspeção de Trabalho

REDACCIÓN
12/01/2018

 

A Federação de Indústria, Construção e {Agro} ({FICA}) da UGT denunciou ontem que algumas empresas do sector agrário, entre elas da Extremadura, obrigam a seus trabalhadores a renunciar a os seus contratos fixos {discontinuos}, segundo apontou num comunicado. A Federação solicitou uma reunião urgentíssima à Inspeção de Trabalho para «pôr em seu conhecimento {estás} práticas intoleráveis» que, por enquanto, tem localizado na Extremadura, embora solicita dados diante da possibilidade de que também aconteça noutras autonomias.

Alguma das empresas analisadas, que se dedicam à sementeira/semeia de frutas e hortaliças e a sua posterior manipulação em diferentes plantas de transformação, tem centros de trabalho em todo o território nacional, asseguraram desde o sindicato.

Neste sentido, se recordou que na atualidade a Inspeção de Trabalho iniciou uma campanha de conversão de contratos eventuais em fixos {discontinuos} nas diferentes comunidades autónomas.

UGT FICA tem detetado a existência de empresas do sector agrário que, diante da obrigação de ter que converter aos eventuais em fixos {discontinuos}, impõem a seus trabalhadores afetados a assinar a renúncia a ditos contrato, baixo/sob/debaixo de a ameaça de ser despedidos. Com posterioridade, estas mesmas empresas comunicam à Inspeção de Trabalho que são os trabalhadores os que «voluntariamente» renunciam a dito contratador, o que lhes pode causar um grave problema em suas prestações, segundo a organização.

O secretário do sector agrário e hortofrutícola de UGT FICA, Emilio Terrón, afirmou que o sindicato «não vai a consentir que o que poderia ser estabilidade para muitos trabalhadores do campo se converta, pelas pressões e ameaças dalguns empresários, num {coladero} de despedimentos».

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