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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 5 de dezembro de 2019

UGT critica más práticas de empresários do sector agrário

REDACCIÓN CÁCERES
13/08/2019

 

UGT FICA Extremadura denunciou «más práticas» por parte de empresas agrárias com seus trabalhadores que lhes «impedem» alcançar melhorias laborais, já que, após ter realizado dois campanhas consecutivas, lhes notificam que não vão a contar com eles para uma terceira, o que impede sua conversão de eventuais em fixos {discontinuos}.

Num comunicado, UGT explica que, nos últimos dias, «numerosos» trabalhadores do campo receberam mensagens através de {WhatsApp} de seus {patrones} nos que, após agradecer-los os serviços emprestados nas dois campanhas anteriores, lhes anunciam que não vão a contar com eles para a campanha seguinte.

Segundo a organização sindical, empresas como Quinta {Boyal}, {radicada} em Don Benito, fazem alegadamente uso destas «más práticas» para impedir que os empregados eventuais, que trabalharam para ela nas dois campanhas anteriores, possam converter-se em fixos {discontinuos} e beneficiar de melhorias em suas condições laborais.

Os empresários agrários, «duma nula empatia, não duvidam em seguir/continuar maltratando {laboralmente} a seus trabalhadores para impedir-lhes alcançar melhorias em suas condições de trabalho e estabilidade em seus empregos», assinala UGT.

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