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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

UGT: «A nova lei foi nefasta para o sistema formativo»


11/09/2017

 

«A lei 30/2015 foi nefasta para o sistema formativo, tanto/golo para os centros como para os trabalhadores. Converteu quase em ladrões a aqueles que querem dar formação», lamenta {Teodoro} Casares, secretário de Formação e Emprego de UGT Extremadura. «Tal como está o regulamento está ‘proibido’ ganhar dinheiro, o que faz praticamente impossível dar formação. Muitos centros se têm ido ao {garete}», acrescenta este responsável sindical, quem salienta também que agora se requer «tanta documentação, tanto/golo papelada, que ao que menos tempo se dedica é a dar formação».

Quanto à formação {bonificada}, Casares aponta que «agora mesmo é o que há, porque a maior parte da formação intersetorial tem desaparecido pelas condições tão {leoninas} que lhes têm posto aos centros». No seu entender, o problema deste tipo de formação «é que tem que ser a iniciativa da empresa, não do próprio trabalhador», que deve ajustar-se ao catálogo de cursos que se lhe oferta, o que limita, aduz, as suas possibilidades de eleição. Também salienta que boa parte destes cursos se têm que realizar mediante teleformação, à que não sempre pode recorrer-se. «Um trabalhador que tenha que fazer um curso de grua torre, dificilmente o poderá realizar por esta via», conclui.

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