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Treze investigados e 24.843 presuntos imobilizados num rede ilegal

O investiga a Guardia Civil e foram retirados na localidade de Salvaleón. Detetam problemas de rastreabilidade para acreditar a origem dos alimentos

 

Um guarda civil durante a investigação. - CEDIDA

Na imagem, os presuntos imobilizados. - CEDIDO

REDACCIÓN
04/02/2020

T reze pessoas estão sendo investigadas por um rede empresarial de comercialização ilegal de produtos de porco ibérico nas províncias de Badajoz, Cáceres, Huelva, Salamanca, Granada, Múrcia, Madrid, Zaragoza e Barcelona, após imobilizar-se na localidade de Badajoz de Salvaleón 24.843 presuntos e paletas com problema de rastreabilidade para acreditar sua origem.

A investigação afeta a 14 empresas nas citadas províncias e a 13 de seus responsáveis por delitos de burla, falsidade documentário, contra a saúde pública e os consumidores.

A operação, denominada {Sanedrac}, foi levada a cabo pelo {Seprona} da Guardia Civil de Badajoz, conjuntamente com os veterinários do Servicio Extremeño de Salud (SES), informou esta segunda-feira em nota de imprensa o instituto/liceu armado.

A investigação se iniciou quando os veterinários da Direção Geral de Saúde Pública da Junta de Extremadura inspecionaram uma empresa de produtos das carnes em Salvaleón, a causa de uma advertência desde/a partir de o município de Alcuéscar (Cáceres) para tratar de apurar a rastreabilidade duma verba/partida de presuntos.

Na operação, que arrancou no passado mês de Abril, encontraram presuntos e paletas de porco com graves deficiências de rastreabilidade para poder/conseguir acreditar sua origem legal e carentes de {marchamos} ou selos sanitários, pelo que se procedeu à imobilização cautelar de 24.843 peças, com um peso total de perto de 150.000 quilos.

FALTA DE IDENTIFICAÇÃO / Os agentes {contastaron} a falta de identificação dos produtos na indústria de Salvaleón, bem por ausência total ou pela falta de referência aos lotes do produto, marcado sanitário ou marcado de bilhete em salga, entre outras irregularidades que impediam sua rastreabilidade interna.

Além disso obtiveram provas e indícios da existência de um rede empresarial do sector da carne dedicado à comercialização ilegal de produtos derivados do porco ibérico no qual estão relacionadas 14 empresas das nove províncias.