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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Todos os centros escolares deverão ter um plano de igualdade no 2024

Tratará de fomentar as relações baseadas no respeito e previr a violência de género. As medidas se abordarão desde/a partir de este curso e implicarão também às famílias

ROCÍO ENTONADO region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
11/03/2020

 

Todos os centros educativos extremenhos deverão contar com um plano de igualdade de género no ano 2024 para fomentar modelos de relação baseados no respeito e a igualdade entre homens e mulheres e previr a violência de género. Trata-se de uma medida «pioneira» da Conselheria de Educação e Emprego para dar continuidade ao acordo/compromisso do Executivo regional com a igualdade e promover o cumprimento das leis neste âmbito. «A igualdade se aprende e se assume desde/a partir de a infância», recordou ontem a conselheira do ramo, Esther Gutiérrez, na apresentação da iniciativa.

Segundo a titular de Educação, é no coletivo infantil onde devem começar-se a trabalhar modelos de relação baseados no respeito e a igualdade entre homens e mulheres porque nestas etapas precoces «não há condicionantes: ainda não existe no esquema mental do menino e a menina essa visão {patriarcal} que está instalada na sociedade». Que todos os centros contem em quatro anos com um plano de igualdade é para a conselheria um objetivo «ambicioso» e afeta não só/sozinho aos professores, mas a toda a comunidade educativa, incluídas as famílias.

Gutiérrez detalhou que no terceiro trimestre deste curso escolar se começarão a trabalhar algumas medidas: a promoção do referente de igualdade nos conselhos escolares, jornadas formativas e o impulso de materiais {curriculares} específicos. A partir do próximo curso 2020/2021 o estreitamente será já «mais profundo», articulado em seis linhas estratégicas. A primeira delas se centrará na implicação da comunidade educativa com um programa de formação e participação das famílias, o desenvolvimento de protocolos de atuação perante situações de discriminação e ações preventivas e para a identificação da violência de género.

A {capacitación} do professorado em igualdade de género, a concretização progressiva da igualdade no currículo, a redução da segregação dos alumnos, um maior/velho equilíbrio da presença de mulheres e homens ou o seguimento e avaliação do plano som os outros eixos de atuação.

DESDE/A PARTIR DE 2018 / Gutiérrez explicou que faz já dois anos que seu departamento vem trabalhando nestes planos de igualdade. Em Abril de 2018 se criou um grupo de estreitamente que desenvolveu o caminho a seguir/continuar e que realizou um estudo prévio para conhecer a realidade dos alumnos, as opiniões dos professores e as experiências dos centros educativos nesta matéria. Entre as conclusões deste diagnóstico, a conselheira destacou que a {feminización} da profissão docência se reduz de forma progressiva conforme aumenta o nível educativo, pois se passa de um 91,7% de mulheres no professorado de Educação Pre-escolar a um 74,4% em primária e um 56% em ensino secundário.

Pelo que {respecta} aos cargos de responsabilidade, as mulheres conseguiram ganhar peso nos centros nos que elas som maioria, mas as percentagens de homens em cargos diretivos estão «muito acima» de seu nível de presença na profissão docência. Por especialidades há um «marcado rumo de género» e praticamente som mulheres a totalidade do professorado que pertence ao corpo de professores. Elas estão à cabeça em matérias como audição e linguagem, pedagogia e idiomas. Educação física e música som especialidades {copadas} por homens.

Pelo que {respecta} aos alunos, o estudo põe a manifesto que a FP básica está fortemente {masculinizada}; nos ciclos meios há {asimetría} e a FP de grau/curso universitário superior está «claramente {feminizada}» com um 91% de raparigas.

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