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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

O Supremo falha que não se devem repetir umas oposições/concurso público de 2010

O alto tribunal tem tido em conta os argumentos de UGT

REDACCIÓN MÉRIDA
12/07/2019

 

El Tribunal Supremo tem determinado a {inejecución} da sentença do Juzgado de lo Contencioso Administrativo número 2 de Mérida que obrigava a examinar-se novamente aos empregados de mesa-limpadores da Junta de Extremadura que superaram concurso público realizadas no ano passado 2010. A Federação de Serviços Públicos de UGT na Extremadura deu a conhecer ontem este erro do alto tribunal, ditado com data do passado terça-feira 9 de Julho, já que esta organização sindical pôs a disposição dos trabalhadores afetados seus serviços jurídicos e tem defendido a um elevado número deles ao longo/comprido completamente o processo.

Desta forma, o Tribunal Supremo rejeita o recurso de cassação interposto pela interessada. Dita pessoa tinha obtido previamente por parte do Tribunal/réu/julgado do Contencioso Administrativo número 2 de Mérida uma sentença estimativa de sua procura na qual se ordenava a {retroacción} das atuações e a realização de novo do segundo exercício das provas seletas convocadas o 13 de Outubro de 2010 para cobrir por concurso-oposição/concurso público 219 praças/vagas na categoria/escalão empregado de mesa-limpador.

El Tribunal Supremo tem tido em conta os argumentos defendidos pelo advogado do sindicato UGT-Extremadura no sentido de que seria contrário à equidade e aos princípios de boa fé e confiança legítima projetar os efeitos da sentença a todos os candidatos/candidatas que superaram o processo seletivo e que nada tiveram que ver com as irregularidades que se tivessem cometido no processo.

A sentença considera, no entanto, que a recorrente deve de receber/acolher uma indemnização por parte da Junta de Extremadura de 20.000 euros. Este erro judicial põe fim ao «longo/comprido calvário» que têm sofrido os trabalhadores, a aqueles que a todo o momento se lhes ofereceu gratuitamente a defesa jurídica por letrado da Federação de Serviços Públicos de UGT-Extremadura. Esta organização sindical congratula-se pela decisão do Supremo e felicita aos trabalhadores afetados «aos que o erro lhes proporciona a tranquilidade e a segurança que a superação das provas seletas lhe deveria ter proporcionado faz muito tempo».

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