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Sobre/em relação a rodas na saúde extremenha

O SES não conta com um protocolo específico como o que existe no Hospital de La Paz, mas se avança em {humanización} graças a diferentes projetos solidários H Vários hospitais têm carros/automóveis de brinquedo para que a chegada ao sala de operações seja mais amena e desenvolvem projetos lúdicos

 

Em rota 8 Um menor doente com um carro/automóvel de brinquedo no hospital. - EL PERIÓDICO

G. MORAL
23/02/2020

{Renata} não teria podido acompanhar a seu pequeno até à mesa de operações se a intervenção cirúrgica se tivesse realizado nalgum hospital extremenho, em lugar de em La Paz de Madrid. Porque o Servicio Extremeño de Salud (SES) não conta por enquanto com um protocolo específico como o que tem desde há meses o hospital madrileno, embora sim contam com alguns projetos que tentam humanizar a saúde.

No SES, o temor a entrar em sala de operações se combate nos serviços pediátricos através do jogo. Os hospital de Mérida, Badajoz e Cáceres, também no de Llerena recentemente, contam com carros/automóveis elétricos de brinquedos destinados a que os mais pequenos se distraiam caminho do sala de operações ou provas cirúrgicas. Mudam as rodas duma fria cama hospitaleira pelas de um divertido brinquedo. «Se tem demonstrado o benéfico efeito terapêutico que estes veículos infantis têm sobre/em relação a as meninas e meninos ingressados, não só/sozinho no dia-a-dia de sua estadia, mas nas situações em que deve ir a tratamento ou ao sala de operações», valorizam desde/a partir de a Conselheria de Saúde e Política Sociais.

Os próprios profissionais sanitários sabem que o momento mais crítico para um menor é a hora de separar-se de os seus pais, por isso a {humanización} do sistema sanitário é um repto/objetivo contínuo e permanente, embora não sempre se conta com o tempo, os recursos e a sensibilidade suficiente ou necessária para pô-la em prática.

Desde/a partir de a Associação para a Doação da Medula Óssea ({Admo}) da Extremadura põem seu grãozinho de areia para avançar/adiantar neste assunto, sobretudo com os pacientes oncológicos mais pequenos da casa. Seu último projeto, por meio de Luzia, um lápis e um sorriso, servirá para decorar a área de sala de operações da primeira planta do Materno Infantil de Badajoz. «{Trabajaremos} no corredor e na sala do despertar da zona cirúrgica onde {instalaremos} uma série de desenhos juvenis para criar uma história que dê ânimo e força ao paciente, fazendo que se sinta/senta acompanhado durante essa situação de tensão e stress».

Há uma segunda ação prevista, dotar a sala de jogos da segunda planta do hospital de conteúdo lúdico. Para além de ‘animar’ a estadia dos menores, {Admo} também conta com um protocolo de acompanhamento ao pacientes oncológicos no seu processo {hospitario}. Mas, obviamente, há espaços onde não se permite acompanhar ao ao paciente. «Costuma ser até à chegada à área cirúrgica, porque aí existem umas medidas de segurança especiais. Habitualmente os familiares não podem entrar em intervenções nem em punções de medula, por exemplo, mas a experiência que nós temos é que os profissionais colaboram em tudo o que considera que beneficia ao paciente. Os sanitários são conscientes, sabem bem que se um menos vai tranquilo se enfrenta melhor uma prova determinada ou uma operação e isso têm benefícios depois».