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Só/sozinho os {rebrotes} de Aragão e Málaga inquietam ao Governo

«Que não {hablemos} de transmissão comunitária é bom», diz Simón. El número de focos soma já 40 nas últimas semanas, 18 deles ativos

 

Só/sozinho os {rebrotes} de Aragão e Málaga inquietam ao Governo - EFE

MANUEL VILASERÓ
26/06/2020

Só/sozinho os {rebrotes} de coronavirus de Aragón, Málaga e, em menor medida, Cantabria preocupam ao Governo porque implicam «certo nível de risco». Os dois primeiros por seu volume, com 250 e 89 casos respetivamente, e o terceiro, de só/sozinho seis casos, porque ainda não têm podido rastejar-se os contactos, segundo explicou ontem o diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias, Fernando Simón.

El risco não é elevado. No primeiro caso, afeta a {temporeros} da recolhida da fruta de quatro regiões de Huesca e Aragón, o 95% dos quais nem sequer deram sintomas de padecer o {covid}-19 e, portanto, têm um potencial de contagiar pequeno. A grande capacidade de que dispõem a comunidades para efetuar provas aos contactos estreitamentos dos doentes provoca a deteção de muitos casos que doutra maneira tivessem passado despercebidos.

Se o governo de Aragón detetasse a existência de transmissão comunitária descontrolada poderia solicitar o confinamento das áreas afetadas. Esta decisão está em estudo, mas tem que «estar muito bem fundamentada» porque sem o estado de alarma em vigor «deve ser ratificada por um juiz», advertiu Simón. Por enquanto as quatro regiões têm recuado à fase 2 da {desescalada}.

ACOSTUMADOS / No caso de Málaga, ao tratar-se duma população encerrada num centro de acolhimento e atendidos por pessoal especializado da Cruz Vermelha, «acostumados a lidar com situações similares», também é pequeno o perigo de que se estenda.

Este foco partiu de um trabalhador do Centro de Acolhimento de Emergência e Derivação a Cruz Vermelha, que teria realizado uma viagem em datas recentes, segundo algumas fontes a Canárias. Após confirmar o positivo com uma prova {PCR}, surgiu um novo positivo, pelo que se procedeu a confinar o imóvel, se {tuados} às arredores da cidade e no qual residem desde/a partir de imigrantes chegados em patera a demandantes de hospicio.

Segundo indicou a delegada da Junta em Málaga, Patricia Navarro, «se estão a fazer provas a aqueles que estão no centro e também estudando a rastreabilidade do contágio», pelo que o foco ainda está em fase de investigação. Para além dos infetados, há isoladas e baixo/sob/debaixo de seguimento uma centena de pessoas, classificadas em função de se têm tido contacto direto ou não com os afetados, informa Julia Camacho.

Tanto/golo em Málaga como em Aragón, a maior/velho parte dos afetados som jovens.

Em Cantabria o grau/curso universitário de incerteza é mais alto, ao tratar-se de um caso muito recente, que se conheceu ontem mesmo, mas em contrapartida mas tem um volume pequeno, de só/sozinho 6 casos, pelo menos por agora. Está associado a dois apartamentos de um mesmo bloco de vizinhos/moradores.

A mensagem de Simón face à inquietude que gerou o aparecimento de {rebrotes} em toda a geografia espanhola é de tranquilidade. «El que {hablemos} de surtos e não de transmissão comunitária indica que estamos bem», assinalou.

Os dados do ministério revelam que nas últimas semanas se têm {detectato} 40 surtos, dos quais estão ativos e geram novos casos 18, mas só/sozinho os três citados {anterioremente} implicam risco. El número de novos contágios contabilizados ontem foi de 157, enquanto as mortes caíram a 10 nos últimos sete dias.