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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Sindicatos e patronal retomam hoje a negociação do convénio do campo

{Asaja} avança que aplicará a jornada de 8 horas se não há acordo

REDACCIÓN MÉRIDA
02/12/2019

 

Os sindicatos e o patronato agrária voltarão a reunir-se hoje para tentar desbloquear a negociação do convénio do campo, paralisada desde/a partir de o 22 de {ocubre}. O encontro celebrar-se-á em Mérida, na sede do Serviço de Mediação e Arbitragem, depois de/após que a Federação de Indústria, Construção e {Agro} ({FICA}) de UGT tenha solicitado os trâmites de mediação e conciliação.

A mediação foi demandada após a rutura da mesa de negociação, que desde/a partir de começos de ano se tem vindo reunindo sem êxito para tentar fechar um pacto que regule as condições salariais dos mais de 65.000 jornaleiros da região. Desde/a partir de os sindicatos se acusa ao patronato de querer alargar a jornada laboral de 1.768 horas a 1.826 «para ressarcir-se da subida do Salário Mínimo Interprofissional». As organizações agrárias, por seu lado, culpam à «obcecação» de UGT e CCOO da falta de acordo e recordam que eles já aceitaram uma subida do 22,5%.

Face a esta nova reunião, {Asaja} Extremadura explicou ontem que se não há avanços, pedirá às empresas que apliquem «sem mais demora» o Estatuto dos {Trajadores} a partir do 1 de Janeiro, o que implica que a jornada passará de 6,30 a 8 horas. «Se os sindicatos seguem/continuam na mesma postura de obcecação e chantagem que manifestaram durante todo o ano nos veremos obrigados a aplicar o Estatuto dos trabalhadores de acordo com o princípio de ultra atividade reconhecido na legislação laboral», indicou num comunicado o presidente de {Asaja} Extremadura, Ángel García Blanco. Insiste na postura de que os trabalhadores fixos realizem uma só assina ao mês e os eventuais, à finalização de o seu contrato laboral.

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