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Los sindicatos lançam os ‘quarta-feira de luta’ pelos ajustes da Junta

Habrá concentrações nas portas dos centros desde/a partir de o 18 de Março a 6 de Junho. Se tem suspendido a carreira profissional e os docentes de ESO voltarão às 19 horas letivas

 

REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
10/03/2020

Comprometeram-se a pagar a carreira profissional aos funcionários e a manter as 18 horas letivas aos docentes, mas a letra pequena dizia que sempre e quando tivesse estabilidade orçamental. E a realidade é que Extremadura não cumpre com os objetivos de défice (supera o 1% do PIB), de maneira que a Junta deve aplicar medidas de ajuste -ou o que é o mesmo, cortes- para equilibrar a economia. De maneira que se por um lado sim terá uma subida salarial de 2% a partir do mês de Maio (com carácter retroativo a 1 de Janeiro de 2020), por outra não se pagará o complemento da carreira profissional (tal como se pactuou em 2018) e os professores de Ensino Secundário terão que voltar às 19 horas, pelo que se prescindirá de à volta de 200 interinos.

Perante esta situação, os sindicatos CSIF, UGT e CCOO, os três participantes na Mesa Geral de Negociação (que aglutina à Administração Geral, o Servicio Extremeño de Salud e Educação), decidiram convocar ações de protesto que têm intitulado ‘quarta-feira de luta’. Escolheram esse dia para coincidir sempre com a celebração do Conselho de Governo da Junta.

Assim, as concentrações começarão o 18 de Março e se estenderá até ao 6 de Junho, a exceção de 8 de Abril (que coincide com Páscoa), o 27 de Maio e o 3 de Junho.

Se desenvolverão durante as pausas e descansos de 15 a 30 minutos entre as 10.00 e as 12.00 horas, de forma alterna em todos os centros de estreitamente dos três âmbitos da Junta (SES, Educação e Administração Geral).

O CALENDÁRIO / A primeira ação será na quarta-feira 18 de Março com um convocatória dobro: perante Presidência da Junta, às 10.00 horas; e nos edifícios administrativos do III Milénio, às 11.00 horas.

O resto de encontros: o 25 de Março face à Delegação do Governo em Badajoz, o 1 de Abril às portas do Hospital San Pedro de Alcántara em Cáceres, o 15 de Abril perante o IES Santa Eulalia de Mérida, o 22 de Abril face ao Hospital Perpétuo Socorro da capital de Badajoz, o 29 de Abril no Edifício Multiplas de Cáceres, o 6 de Maio perante o Hospital de Mérida, o 13 de Maio nos Serviços Territoriais Ronda do Pilar de Badajoz, e o 20 de Maio na avenida {Brocense} da capital cacerenha, nos IES Brocense, Norba e Guadalupe.

Os protestos culminarão no sábado 6 de Junho com uma grande mobilização, num lugar ainda por determinar, sem descartar por enquanto uma greve geral no conjunto/clube de centros da Junta de Extremadura.

APELO aos funcionários / Los três sindicatos fizeram ontem um apelo à mobilização ao conjunto/clube de empregados públicos «para reverter as medidas adotadas pelo Governo autonómico».

Já na anterior reunião que CSIF, UGT e CCOO tiveram com a vicepresidenta primeira e conselheira de Finanças e Administração Pública, Pilar Blanco-Morales, pôs-se sobre/em relação a a mesa que os ajustes estavam «condicionados ao cumprimento das obrigações de estabilidade orçamental».

Deste modo, tanto/golo o adubo/prestação/pagamento da carreira profissional como manter as 18 horas letivas desequilibra a balança, segundo diz a Junta. Embora não se tem detalhado a poupança económico que suporão ambas medidas.

A carreira profissional é um complemento salarial dos funcionários da Administração Geral e a Saúde que reconhece seu progresso e desenvolvimento profissional. Se criou em 2006 e o primeiro nível (cinco anos de antiguidade) se começou a pagar em 2008 aos funcionários de corrida/curso e o pessoal estatutário do Servicio Extremeño de Salud (SES), mas ficou congelado em 2012. O acordo/compromisso adquirido pela Junta, agora em suspenso, era pagar o 100% de nível 2 (12 anos de antiguidade) a partir do 1 de Janeiro de 2020 para os 13.000 funcionários da Administração Geral. No caso do SES, se tinha que pagar outro 35% do nível que cada um tem reconhecido para este 2020, alcançando um total do 70%.

Isso sim, os 45.000 empregados públicos da Junta receberão a partir de Maio e com carácter retroativo desde/a partir de o 1 de Janeiro uma subida salarial de 2%. O aumento suporá um custo próximo aos 50 milhões de euros para os cofres autonómicas e em base aos cálculos realizados por este diário/jornal, se traduzirá num incremento meio de 35 euros mensais (490 a cada ano) na ordenado dos empregados públicos extremenhos.