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Segunda morte por gripe na região, que regista 15 casos graves

Só/sozinho um deles se tinha vacinado contra o vírus

 

REDACCIÓN MÉRIDA
17/01/2020

O número de falecidos na Extremadura pela gripe esta campanha se eleva já a dois, enquanto são 15 as hospitalizações de casos graves, 12 destas pessoas tinham um ou vários fatores de risco associados e só/sozinho um deles se tinha vacinado, enquanto três são pessoas sem fatores de risco.

O Servicio Extremeño de Salud (SES) informou ontem de que tem posto em marcha o plano de contingência diante da gripe habilitando umas 175 camas extra nos hospitais da região e adotando outras medidas de reforço, em previsão de um possível incremento do número de rendimentos por patologias relacionadas com a doença.

Segundo explica, se adota esta decisão quando a gripe ainda não chegou a sua fase epidemiológica na Extremadura dado que, segundo o último relatório/informe semanal de vigilância desta doença, a taxa de incidência na região é de 74,6 casos por cada 100.000 habitantes, abaixo do limiar epidemiológico estabelecido de 95,7.

Além disso, destacam que é também inferior ao registado no conjunto/clube de Espanha, que é de 106 casos/100.000.

O relatório/informe da subdireção de {Epidemiología} da direção geral de Saúde Pública do SES reflete que os fatores de risco mais frequentes estão sendo, por este ordem/disposição, doença pulmonar crónica (5 casos), diabetes e doença cardíaca (3 cada um deles), e doença renal crónica, obesidade e doença hepática (1 caso cada um deles).

Dos 12 casos graves com fatores de risco, somente se tinha vacinado um deles (8 %), enquanto 9 (75 %) não o tinham facto/feito e noutros 2 casos não consta.

Por troços de idade, quatro dos casos hospitalizados têm mais de 70 anos, três são do grupo de 60 a 69, outros três ao de zero a dez anos, dois ao de 30 a 39 anos, um ao de 50 a 59, um ao de 40 a 49 e um mais ao de 10 a 19 anos.

O SES assinala que a proporção de casos graves hospitalizados é mais baixa na Extremadura que no conjunto/clube de Espanha, dado que os 15 casos na região equivalem a uma taxa de 1,4 casos ingressados por cada 100.000 habitantes, enquanto no conjunto/clube nacional têm requerido hospitalização 1,6 pacientes graves por cada 100.000 habitantes.

Quanto ao aumento de camas, nos hospitais de Badajoz se disporão umas 56 extra, no de Dom Benito-Villanueva 20, na área de Llerena-Zafra 25, em Plasencia 10, no Hospital Universitário de Cáceres 20, no de Mérida 27 e no Hospital Terra de Lamas até 18. Nos hospitais de Coria e Navalmoral não é necessário aumentar o número de camas, mas se previram reforços pontuais do pessoal de enfermaria.