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Saúde dá um novo passo para que os enfermeiros prescrevam fármacos

A conselheria prepara o decreto para a acreditação dos profissionais. As duas províncias extremenhas contam com mais de 8.000 enfermeiros colegiados

 

Enfermeiras numa planta de um hospital, numa imagem de arquivo. - EL PERIÓDICO

G. MORAL region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
24/01/2020

A prescrição de medicamentos e outros produtos sanitários por parte dos profissionais da Enfermagem está mais perto na Extremadura. O portal de transparência da Junta abriu ontem o primeiro trâmites prévio à publicação do decreto regional: um prazo de consulta para que os cidadãos possam realizar contribuições ao texto normativo obrigatório que se está elaborando e regulará esta função que terão centenas de enfermeiros e enfermeiras da região (há mais de 8.000 árbitros).

O decreto regional deve estabelecer a fórmula para acreditar aos profissionais como prescritores (de forma geral se requer pelo menos um ano de experiência profissional) bem como o procedimento específico para a indicação e dispensação de medicinas e produtos sanitários.

Na verdade, não se trata de uma nova competência mas de reconhecer algo que em ocasiões já vêm realizando. «Os enfermeiros já dispensamos vacinas, por exemplo, e outros produtos sanitários para padres. Por isso este decreto supõe reconhecer nosso estreitamente diário/jornal», valoriza {Damián} Cimeiras, secretário do Sindicato de Enfermagem {Satse}, que espera que a administração leve à próxima mesa sectorial o rascunho/esboço/minuta do decreto que regulará este assunto.

Para Cimeiras a região já vai tarde. O Real Decreto que estabelece que os enfermeiros podem indicar e dispensar medicamentos em Espanha se aprovou em Outubro de 2018. «Há um ano já que pedimos celeridade e pouco se fez desde então, ainda não temos visto nenhum rascunho». Assegura que a medida já está a funcionar em oito comunidades do país e a nona, Asturias, está ultimando os trâmites. «Não podemos esperar mais, queremos ser a décima região espanhola em ter reconhecida a prescrição enfermeira». Também está implementada entre o pessoal sanitário do Ministério da Defesa.

Desde Satse urgem celeridade e também que a prescrição chegue a todos os profissionais, aos que trabalham no SES, o Sepad ou na saúde privada. Acrescentam, além disso, que permitiria a estes profissionais reduzir os efeitos do défice de médicos que tem a comunidade: «provavelmente podemos descarregar-lhes dalguns trabalhos», diz Cimeiras.

Poderão indicar produtos não sujeitos a prescrição médica e outros que sim requeiram a colaboração do facultativo por meio de protocolos e guias de prática clínica e assistencial, onde se recolherá os supostos específicos nos que se necessite uma validação prévia de um médico.