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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

Sánchez promete menos {peonadas} para poder/conseguir receber o subsídio agrário

Seria para Andaluzia e Extremadura «devido ao atropelamento tarifário de Trump». Se apresentam ajudas iguais às adotadas contra o veto russo a produtos comunitários

REDACCIÓN - AGENCIAS region@extremadura.elperiodico.com JAÉN
09/10/2019

 

El presidente del Gobierno en funciones, Pedro Sánchez, tem anunciado esta terça-feira que o Executivo porá em marcha um plano de ação para ajudar ao sector agroalimentar e pecuário para fazer frente à subida dos tarifas apresentada pela Administração estado-unidense em caso de que esta medida finalmente se concretize.

Assim o anunciou ontem numa comida/almoço comício perante 600 cargos e militantes socialistas num hotel de Jaén, onde precisou que estas ajudas se dirigirão a todas as Comunidades Autónomas, embora se ajustarão às necessidades específicas dos sectores afetados em cada uma delas. No caso de Andaluzia ou Extremadura, tratar-se-ia de reduzir o «número de {peonadas} necessárias para poder/conseguir receber o subsídio agrário».

Embora não concretizou mais detalhes sobre/em relação a esta medida nem especificou que redução poderia trazer aparelhada a medida, a questão adquiriu uma notável relevância, não sem antes ser apelidada a medida de eleitoralista dado o período no qual nos {encontramos} e o cenário utilizado para o anúncio, um comício em Andaluzia.

Reduzindo as {peonadas}, se facilitaria o acesso dos jornaleiros ao subsídio agrário, o antigo PER. Essa é uma das medidas com as que o Governo de Pedro Sánchez quereria fazer frente às consequências negações que poderiam provocar os tarifas da administração Trump em regiões como Extremadura e Andaluzia, onde até à busca de novos mercados poderia ver-se diminuído o trabalho no campo.

O PER DE 1986 // O que hoje se conhece como Programa de Fomento de Emprego Agrário tem sua origem no ano 1986. Segundo recolhe/expressa Efe, o PER foi impulsionado para estabelecer à população em zonas rurais deprimidas de Andaluzia e Extremadura com uma alta taxa de desemprego. Tanto/golo o Governo como a Junta e as assembleias provinciais se faziam cargo da financiamento de umas investimentos destinados às infraestruturas, bem como para a contratação de trabalhadores eventuais agrários. Com o passo dos anos, a medida se estendeu a outras regiões. El programa contemplava, além disso, subsídios agrários, isto é, ajudas por desemprego que recebem os jornaleiros que descontaram ao ano um número mínimo de {peonadas}, isto é, jornadas completas de trabalho no campo.

Na atualidade, o programa determina 35 {peonadas} no mínimo para perceber/receber o subsídio. No entanto, já houve outras reduções por questões ocasionais e excecionais. Em Dezembro de 2018 se aprovou um real decreto lei que diminuía o mínimo de {peonadas} a 20 pelos temporárias que afetaram às colheitas. Em Fevereiro de 2018 e durante o governo do PP também se reduziu, neste caso para fazer frente aos estragos da seca no sul de Espanha.

Outras medidas propostas por Pedro Sánchez ontem consistem em solicitar à União Europeia, se se mantém a decisão estado-unidense, o armazenagem privado de óleo/azeite (uma das produções mais afetadas), e o apoio à promoção para procurar terceiros mercados e ajudas para o sector, como as que já se outorgaram em casos como o veto russo a produtos comunitários.

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