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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 20 de septembro de 2017

Retirar-se a raiva pelo comboio

A plataforma cidadã {Milana} Bonita acredita que sua reivindicação via ‘{performance}’ em {Atocha} para pedir um caminho de ferro digno tem servido para que o cidadão extremenho expresse sua fartura

RAQUEL RODRÍGUEZ
12/09/2017

 

Luis, um jubilado de 90 anos de Alburquerque, que leva 66 anos vivendo em Barcelona, escreveu uma carta e a enviou à Câmara Municipal de São {Gil} para transmitir-lhe a sua presidenta da Câmara Municipal, Esther Sánchez, membro da Plataforma Cidadã {Milana} Bonita, seu apoio e agradecimento por sua iniciativa de reivindicação de um caminho de ferro digno para Extremadura, e uma petição/pedido, «que não o deixemos».

Luis é o exemplo do que passou com {Milana} Bonita após a {performance} que levaram a cabo no passado 8 de setembro na estação madrilena de {Atocha}, disfarçados como os protagonistas de Os Santos Inocentes. Da resposta cidadã, que surpreendeu e «assustado» a seus membros fundadores, e de porque é que recebeu o apoio dos extremenhos, porque «as pessoas se tem retirado a raiva de em cima. As pessoas tem captado a ideia da plataforma, que é é do povo/vila e tem que tirá-lo adiante o povo/vila», em palavras de Valem Rodríguez.

E a mostra de que o povo/vila respondeu a deu ontem Rodríguez com dados: «50 pessoas se subiram ao comboio até {Atocha} dentro da plataforma, outros fizeram-no fora de ela, pagando's a viagem. Nem em nossos melhores sonhos o tivessemos imaginado», disse ontem. Além disso, «mais de 100 pessoas esperavam em {Atocha} com bandeiras de {Extremadrua}», outra surpresa para eles, como a de que tivesse «duas pessoas de segurança com pistola na estação de Plasencia. Isso nunca o tinha visto». Pelo contrário, Rodríguez agradeceu o trato de {Renfe} e seus trabalhadores, embora recordou o facto/feito de que sua viagem decorresse sem incidentes nem atrasos, mas no dia seguinte tivesse novas avarias no comboio regional.

Mais dados, 15.000 firmas/assinaturas recolhidas por internet, 9.000 seguidores em Facebook, mais de 367.000 visualizações de seus vídeos e mais de 600.000 pessoas que viram seu {performance}. «Isto foi como um tsunami, nos tem vindo grande».

¿e agora que?

E passada sua visual reivindicação, {Milana} Bonita anuncia: «Vamos seguir lutando e sem bandeiras de nenhum tipo e quando digo bandeiras me {refiero} a partidos políticos. A ação de {Milana} Bonita não fica aqui. Surgiu com afã de que seja o cidadão quem pega isto e o faz seu e vamos a lutar juntos por isto».

Como ideia, Rodríguez apresentou uma recolha de assinaturas pelos povos/povoações da região e sublinhou que manterão «o humor por bandeira porque o humor, quando se faz bem, {escuece} e dói e não o podes atacar».

Por seu lado, Esther Sánchez recordou que cada avaria de um comboio implica uma história pessoal e transtornos como o de «pessoas que não tem podido chegar a entrevistas de trabalho ou a senhora diabética que ficou atirada/tiragem com outros 61 viajantes o dia 9 a um quilómetro da estação mais próxima. Qualquer dia podemos lamentar uma tragédia».

Sánchez sublinhou que na plataforma «cabe toda a gente e tem nascido para somar porque a {formamos} pessoas muito diferente » e enfatizou: «Não podemos deixar isto assim, por Luis e por todos os que estiveram com {nosostros} desde o minuto um, vamos seguir».

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