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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

A rendimento extremenho se trava no 64% da europeia e continua sem convergir

Em dois anos apenas se tem ganho um ponto e se continua a estar longe do 70% alcançado em 2009. A região está entre o 25% de territórios mais pobres, incluídos países candidatos como Turquia e Albânia

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
09/10/2019

 

Extremadura segue/continua sem convergir com a União Europeia em termos de rendimento per capita. De acordo aos dados que acaba de oferecer Eurostat, no 2017 o PIB extremenho por habitante se situou no 64% da média/meia da UE a 28 países. É a mesma proporção que supôs no exercício anterior e um ponto percentual mais que no 2015, mas fica muito longe do 70% que chegou a contabilizar-se no ano 2009 e que supôs o máximo de convergência alcançado até agora pela região.

Dos 315 territórios para os que o escritório estatística europeia oferece dados de 2017, 237 superam em rendimento por habitante a Extremadura, incluídos todos os espanhóis, de forma que, se se divide o lista das zonas em quatro troços, a região ficaria dentro do segmento que integra o 25% mais coitado de todas elas. E isso apesar de que entre estas mais de trezentas referências há territórios de estados como Turquia, Sérvia ou Albânia, atualmente candidatos a entrar na UE, mas que ainda não se têm aderido, e que em geral partem de situações económicas piores que as que usufruem os estados membros. Contando só/sozinho com as nações que estão integradas já na UE, Extremadura está no lugar 231 de 281.

Após o {zarpazo} que a crise deu a economia extremenha e que fez descer seu PIB per capita de 18.100 euros anuais a 16.600 entre o 2008 e o 2013, esta variável acumula quatro anos seguidos/continuados em alta, até situar-se em 19.300 euros em {paridad} de poder/conseguir aquisitivo. O crescimento foi, não obstante, inferior ao da média/meia europeia, que já é de 30.900 euros, e, portanto, insuficiente para convergir.

Como região mais rica, o primeiro lugar da tábua o volta a ocupar um ano mais o {Inner} {West} de Londres, um dado que, pelo menos até que se materialize o {brexit} e esta região saia da estatística, é altamente improvável que abandone, porque seu rendimento média/meia (188.000 euros) multiplica por mais de dois ao segundo território com um montante mais elevado de Europa, que é Luxemburgo, com 75.900 euros. Pelo contrário, a mais coitado de a UE-28 é a búlgara de {Severozapaden}.

É certo que os dados de Eurostat mostram um patrão claro até a acumulação da riqueza em determinados territórios, fundamentalmente nas áreas urbanas em perjuízo/dano das rurais, embora não parece que esta dicotomia seja o único fator que condicione o crescimento económico territorial duma forma significativa. Neste sentido, há uma quinzena de regiões que em 2007 encontravam-se abaixo da extremenha em termos de rendimento per capita mas que hoje a superam. Esse ano Extremadura aparecia com um média de 18.100 euros, muito acima, por exemplo, de {Tekirdag}, {Edirne}, {Kirklareli} (Turquia) que promediava 13.400 euros e que hoje alcança os 21.000. Algo similar ocurreu com Letónia, que cresce de 14.900 euros a 20.000; {Eslovaquia} oeste, de 16.800 a 21.100, ou {Strední} {Morava} ({Moravia}, na República Checa), que progride dos 16.600 aos 22.000. Também houve {sorpaso} por parte da vizinha região Centro de Portugal, que passou de 18.000 euros a 20.000 entre um exercício e outro.

De todas as regiões espanholas, só/sozinho cinco superam atualmente a média de rendimento da UE -28. Trata-se de a Comunidade de Madrid (124%); País Basco (121%); Navarra (113%); Catalunha (110%); e Aragão (101%). Para além de Extremadura, onde se está mais longe de convergir é em Andaluzia (68%); Castela-A Mancha (73%) e Canárias (75%), para além de nas duas cidades autónomas (Melilla, com um 66%, e Ceuta, com um 72%).

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