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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Reencontro de {talaverinos}

Uma centena de vizinhos/moradores de Talavera a Velha, o município cacerenho convertido nos 60 no fundo do barragem de {Valdecañas}, celebra uma comida/almoço em Madrid para manter viva a memória do povo/vila

REDACCIÓN
02/12/2019

 

Vivem em diferentes {muncipios} de Madrid, Barcelona ou Extremadura principalmente mas têm um lugar em comum: Talavera a Velha. E esse sempre está no lembrança, na memória, embora fisicamente jaz baixo/sob/debaixo de as águas do barragem de {Valdecañas}. {Talaverilla} foi {anegado} nos anos 60, mas seus vizinhos/moradores se negam a esquecer suas raízes. Por isso, embora todos tiveram que emigrar antes de que a localidade fora inundada, ninguém se {resgina} a esquecer. Com esse fim, cada ano, mais de um centenar de {talaverinos} reúnem-se em Madrid para fazer memória e render homenagem a sua terra.

O encontro, organizado por um grupo de alunos da localidade que agora supera os 70 anos, celebrou-se faz várias semanas num hotel de {Getafe}. Teve um cocktail, uma comida/almoço e dança e também não faltou o lembrança a Talavera a Velha e o {reconomiento} a aqueles que cada ano organizam este reencontro de {talaverinos}, Julio Jiménez e Guadalupe Muñoz. Nesta ocasião, além disso, um dos seus vizinhos/moradores, Andrés Barroso (conhecido como ‘{Tostón}’) e residente em Barcelona, recitou dois poesías próprias dedicadas a Talavera a Velha. É, dizem, um dia para {recordar}.

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